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05 maio, 2011

A felicidade que não se deveria comer

Por Flaviana Souza

As recepções de consultórios, cursos, escritórios, na maioria das vezes têm revistas de pelo menos seis meses. Foi sentada em uma dessas recepções que encontrei um artigo muito interessante na Revista TAM de janeiro de 2010. O artigo “O alimento total” fala sobre a ligação que fazemos entre felicidade e comida.  
Robert Wong, CEO da Robert Wong Consultoria Executiva e autor do texto, questiona o objetivo do ser humano, que é ser feliz. E o que te faz feliz? – esse questionamento me lembra a campanha do Pão de Açúcar que por sinal faz ligação com o tema central que é o alimento – Comer algo que para você é saboroso/gostoso?
Relacionar comida com felicidade é muito comum, por que a comida faz o papel de agente do prazer. E são nesses pequenos prazeres que geralmente associamos nossa felicidade.
Mas existe um grande porém nessa história toda: comer engorda e muitos desses alimentos prazerosos fazem mal à saúde. Como solucionar esse impasse? Reeducação. Não alimentar e sim reeducação da consciência. Quando o corpo funcionar como um todo (corpo físico, mente e alma), você vai passar a entender que na verdade come-se para sobreviver e que esse ato está intimamente vinculado ao contexto de saudável e não somente prazeroso. A partir daí, você passará a questionar-se sobre o que e qual a necessidade do que está ingerindo.
Em uma definição bárbara de Robert, compreendemos que a comida é o alimento do corpo; o conhecimento, o alimento da mente; e a luz, o alimento da alma. Adotando essa equação de equilíbrio, pode-se viver saudavelmente feliz.

Para finalizar, uma colocação que eu gosto, mas da qual não sei o autor: “Eu como para viver, não vivo para comer”.

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