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31 março, 2011

A fórmula da motivação

Por Flaviana Souza

É muito comum vermos ex-jogador, ex-político, ex-treinador, ex-ginasta, ex-modelo, ex-tudo, quando se aposenta virar palestrante sobre motivação e as empresas pagam caro por uma palestra deles. E por quê?

            Todos nós nascemos motivadores, querendo ou não, sabendo ou não. Foi a motivação que nos fez aprender a andar, a motivação que nos ensinou a andar, a motivação nos fez estudar, tá, mas e os que não estudaram? Bom, algo os motivou a não estudar, seja a necessidade de trabalhar para ajudar a família ou até mesmo a necessidade de se aventurar pelos mundos obscuros. Enfim, a motivação está em tudo o que fazemos, em tudo o que somos.

            Não é diferente com os novos palestrantes motivacionais. Aliás, tem uma diferença sim, a motivação deles os levou para um destino de vitórias públicas, o que os fazem conhecidos e desperta interesse sobre suas histórias. E é nesse ponto que eu quero chegar, ninguém é tão ruim que não possa ser um exemplo para alguém. Até mesmo aquelas pessoas que encontram-se no mais profundo estágio de depressão. Todos tiveram seus inúmeros momentos de motivação bem sucedidos. Eu mesma, nunca me imaginei escrevendo sobre tal assunto, muito menos que meus textos pudessem de alguma maneira ajudar alguém e hoje vejo que é exatamente isso que acontece.

            O que eu quero dizer é que na verdade não é necessário buscar palavras que lhe motivem, buscar textos, buscar conselhos, a verdadeira motivação está dentro de cada um e não segue uma receita como a de bolo, se fosse assim, com certeza seria mais fácil. Mas cada um deve buscar dentro de si o que é preciso para que algo se realize, ou simplesmente motivos para continuar seguindo.
            Se ajudar, segue o pensamento de Abraham Maslow sobre o assunto:

“O homem se motiva quando suas necessidades são todas supridas de forma hierárquica:

- Auto-realização
- Auto-estima
- Sociais
- Segurança
- Fisiológicas”

            Nunca esqueça, a verdadeira fórmula da motivação está escondida dentro de você mesmo. Busque-a e beba!




30 março, 2011

Crie hábitos vencedores...

Por Prof. Menegatti

Se você quer ter destaque na sua vida profissional, ou se você deseja alçar vôos mais altos dentro da sua empresa é importante que você desenvolva novas habilidades. Criar novos hábitos é um processo que exige muita disciplina e esforço. Em seu livro O Monge e o executivo, James Hunter mostra quais são os estágios que envolvem um novo aprendizado?

1. Estágio: Inconsciente e Incompetente
Este é o estágio em que você ignora o comportamento e o hábito, você não tem nenhum preparo. Isso se dá antes de você aprender a dirigir, por exemplo.

2. Estágio: Consciente e Incompetente
Aqui você toma consciência de um novo comportamento, mas ainda não desenvolveu a prática. Você sentou no carro para dirigir pela primeira vez. Tudo é muito desajeitado e até assustador.

3. Estágio: Consciente e Competente
Agora você está se tornando cada vez mais experiente e se sente confortável com o novo comportamento. Você já passa a marcha sem olhar para o cambio, o carro já não sai aos solavancos. Você já sabe o quanto você sabe.

4. Estágio: Inconsciente e Competente
Você já não precisa mais pensar. Nesta fase você não consegue mensurar o quanto você sabe. Dirigir é a coisa mais natural do mundo. Neste estágio os líderes não precisam tentar ser bons lideres, porque já são.

O mundo está em constante mutação. As pessoas que não acompanharem o conhecimento gerado pela tecnologia e pelas tendências de mercado ficarão para trás ou, na melhor das hipóteses, experimentará apenas uma parte do progresso. Ser receptivo a criação de novos hábitos garante a continuidade de seu sucesso durante muito tempo.



29 março, 2011

Ser autêntico não significa necessariamente ser original

Por Miguel Salomão


Norah Jones estourou na cena musical em 2002. Seu álbum de estréia, “Come Away With Me”, vendeu mais de 6 milhões de cópias e ela ganhou cada um dos oito Grammy aos quais foi indicada. Sua música agradou em cheio aos entusiastas do velho jazz, mas ao mesmo tempo muita gente questionava se a música de Norah Jones era jazz de verdade.

Na esteira do imenso sucesso do primeiro álbum, os produtores de Norah Jones levaram a jovem de apenas 23 anos de volta para o estúdio para gravar um álbum mais pop, que supostamente a aproximaria mais de outros jovens de sua idade. Depois de gravado, porém, concluiu-se que seria um erro lançar o novo álbum. E por quê? Porque ele iria contra tudo o que Norah Jones acreditava, contra seu estilo, contra os seus fãs já conquistados. Em suma, ela não seria autêntica.

O disco certamente daria lucro, mas era o álbum errado na hora errada, e poderia até ter destruído a carreira de Norah Jones. Ao abandonar a idéia desse álbum, ela foi atrás de um projeto de longo prazo, que consolidasse seu trabalho na linha que ela tinha escolhido. Dois anos depois, em 2004, que a cantora lançou “Feels Like Home” – com um estilo que é nitidamente dela. Se, lá atrás, Norah Jones tivesse saído do estúdio com um álbum que não era a cara dela, ela poderia ter perdido e nunca mais recuperado sua legião de fãs. Eles teriam achado – e com razão – que ela só estava querendo vender, pouco se importando se sua nova música estava soando falsa. Pouco se importando com seu público.

Talvez esta seja a melhor lição para toda e qualquer pessoa ou empresa que pretende conquistar o mercado: ser autêntico é a coisa mais importante do mundo. Veja bem: ser autêntico não significa necessariamente ser original. Significa escolher um caminho, uma identidade, e manter-se nele.

Mas, antes de ser fiel à sua essência, você deve descobrir que essência é a sua, afinal no bestseller Good To Great de Jim Collins, lembro que empresas bem sucedidas são aquelas que têm muita clareza sobre três aspectos:
  • Pelo que você é realmente apaixonado
  • No que você pode ser o melhor do mundo
  • O que guia o seu equilíbrio econômico e financeiro


Mais do que um intento ou objetivo a ser alcançado, isso deve ser um entendimento, uma profunda compreensão de quem você ou a sua empresa são.



28 março, 2011

Imaginação fértil traz benefícios para o trabalho?

Por Rodrigo Lobato.

Por que tantas pessoas visitam o Egito todo ano? Por que o trânsito aperta quando há um acidente em uma rodovia, mesmo que seja no sentido contrário?

Ora: tudo o que foge do comum é extraordinário e para alguns assusta. Mas a verdade é que, na maioria das vezes, não conseguimos despregar os olhos. Ficamos maravilhados com aquilo que é novo e diferente.

Alguma vez você deitou de ponta cabeça na cama e ficou olhando para o teto imaginando como seria sua vida ao contrário? Quando você assistiu ao filme do João e Maria, pensou na hipótese de ter uma casa feita de doces?

A imaginação fértil colabora para que uma pessoa pense de forma diferenciada, divertida e alternativa. E, a partir disso, canalize energia para sair de uma situação comum da qual já está acostumada.

Na carreira profissional não será diferente. Quando um problema surgir, a mente estará preparada para criar soluções das mais diversas, surreais ou não!

Mas não precisa viajar tanto como este menino do vídeo a seguir :P !

25 março, 2011

Problemas pessoais no ambiente de trabalho

Por Natacha Casado.

Seria uma maravilha se todos os dias tudo corresse bem e os famosos imprevistos dentro do nosso ambiente de trabalho não viessem à tona, mas eles acontecem de diversas maneiras, com todo mundo e, às vezes, compromete até a produtividade e o desempenho do profissional, refletindo na sua vida pessoal.


Muitas empresas, a exemplo de Johnson & Johnson, SAS, Bradesco, Nextel e Henkel, criaram programas de apoio aos funcionários para aju­dar àqueles que passam por problemas pessoais.


Se sua empresa ainda não aderiu aos programas de apoio ao funcionário, mas você tem uma boa abertura com seu chefe, não deixe de expor uma situação quando realmente for relevante e esteja te atrapalhando no trabalho. Deixar as coisas transparentes sempre foi o melhor caminho. Conte a ele da situação, converse e seja o mais franco possível.


E se o chefe não der espaço? Calma, ai o mais aconselhável é procurar a área de re­cursos humanos para fazer o meio de campo até ele.

24 março, 2011

Emprego ruim é tão negativo quanto o desemprego

Por Flaviana Souza

Tenho uma mania boa, acredito eu, de xeretar a Folha de São Paulo e o Estadão todo dia de manhã antes de fazer qualquer coisa. E na terça-feira da semana passada, 15 de março, saiu uma matéria muito interessante sobre um estudo australiano referente a ligação da qualidade do emprego com a saúde mental das pessoas. Eu queria escrever algo acerca do assunto, mas a matéria está tão completa que resolvi apenas transcreve-la para As Operárias. Espero que apreciem.

“SÃO PAULO - Um estudo australiano mostrou que ter um emprego ruim, que paga mal e tem pouco suporte, é tão negativo quanto ser desempregado. Os resultados foram obtidos a partir de uma pesquisa anual feita no país.
Ayrton Vignola/AE

De acordo com o estudo, para uma boa saúde mental não basta ter emprego, tem que gostar dele. Foram considerados os dados de pessoas de várias idades e a conclusão foi de que um bom emprego está associado a uma boa condição física e mental. Por isso, além de avaliar a diferença entre aqueles com empregos e os desempregados, os pesquisadores foram mais longe e observaram o quanto a qualidade do trabalho pode influenciar na qualidade de vida destas pessoas.
Aqueles quem tinham emprego, mas não se sentiam satisfeitos com ele demonstraram um declínio na saúde mental com o passar do tempo.

Para se ter uma ideia deste impacto, conseguir um emprego após um período parado melhora a saúde mental em 3 pontos, de acordo com uma escala desenvolvida na pesquisa. Já conseguir uma vaga considerada ruim se mostrou mais danoso do que permanecer desempregado, fazendo com que a houvesse uma perda de mais de 5 pontos na mesma escala.

Além dos benefícios próprios de alguém com um emprego, como o salário, trabalhar ajuda no convívio com outras pessoas ao conferir ao trabalhador um papel na sociedade. A construção de amizades e o aproveitamento do tempo com o trabalho também são considerados como benefícios que ajudam a manter uma boa saúde mental.”

22 março, 2011

Desenvolvimento da Liderança...

Por Prof. Menegatti

A maioria das pessoas não consegue reconhecer o valor da liderança. Acreditam que seja apenas para alguns, aqueles que estão no topo da escada empresarial. Não tem idéia das oportunidades que perdem quando não aprendem a liderar. Compreendi claramente essa questão quando um diretor de uma grande empresa compartilhou comigo, que apenas um pequeno grupo de colaboradores havia se inscrito em um curso sobre liderança oferecido pela empresa.

Por que?

Somente alguns pensavam em si como líderes. Se os demais soubessem que ter liderança é ter influência e que, no decorrer de cada dia, a maioria dos indivíduos normalmente tenta influenciar pelo menos quatro pessoas, talvez seu desejo de aprender mais sobre o assunto teria sido estimulado.

Quer aprender a ser uma influência positiva na vida das outras pessoas?

Cinco fatores entram em jogo:

• Quem sou: minha posição ou título.
• Onde estou: meu endereço ou meu emprego.
• Quem conheço: minha esfera de influência. Relacionamentos abrem portas para oportunidades.
• O que sei: minha especialidade. É o que mantém você em determinada posição mesmo depois que sua esfera de influência deixa de ser tão ampla.
• O que eu faço: minha capacidade de produzir, meu caráter e minha credibilidade.


Qual é a sua experiência?

Por um candidato à vaga de emprego na Volkswagen.


Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.

Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado,já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a lua virar sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.

E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
"Qual sua experiência?".
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência... Experiência... Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:

Experiência. Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?

21 março, 2011

Lei da atração: a força do pensamento positivo

Por Natacha Casado.

Em um dos meus finais de semana de reflexão (nada para fazer), resolvi ler um livro que há algum tempo “me chamava” e eu o ignorava completamente por não achar seu conteúdo relevante.
Adivinha? Quando deixei meu preconceito de lado devorei-o de tal maneira que em menos de 24h já tinha acabado a leitura.
O nome desse gostoso passatempo é “A lei da atração – O segredo colocado em prática”. Ele aborda muitos ensinamentos de como atrair coisas boas para sua vida, seja ela profissional ou pessoal, apenas emitindo vibrações positivas.
São três passos bem simples que podem ser aplicados para TUDO.
- Identifique seu desejo (peça)
- De atenção ao seu desejo (acredite)
- Permita que ele se realize (receba)
Pensamentos positivos atraem o bem, mas o contrário também funciona na mesma proporção. É a famosa força do pensamento, sabendo administrá-la, os resultados vão ser benéficos, mas se o baixo astral prevalecer na sua vida, se prepare, as coisas não vão sair muito bem.
Bom inicio de semana para todos.

#ficadica ! :)

18 março, 2011

Invasão de privacidade - Como se vingar do Telemarketing

Por Rodrigo Lobato.

Sexta-feira. 7h30 da matina. Você levanta empolgado, afinal, vem esperando por esta sexta-feira desde o último sábado.

"É hoje!".

Começa a preparar o café quando o telefone toca. Você pensa: "Ninguém tem o que fazer numa sexta-feira de manhã? Só pode ser urgente" - e atende o telefone.

Do outro lado da linha: "Bom dia"

Você: "Bom dia"

Do outro lado: Posso falar com o proprietário da linha, por favor?

Neste momento você faz uma pausa, passa um filme da tua vida, você quer correr ou sumir. Que invasão de privacidade... A primeira reação é dizer "AMIGÃO, ISSO SÃO HORAS?" "Não estou interessado em nada" "Não quero. N-Ã-O   Q-U-E-R-O".

Embora o operador de telemarketing esteja invadindo sua privacidade e, também, sua sexta-feira florida regada de happy hour, fica com dó da pessoa do outro lado, afinal, é gente como a gente.

Ou...

17 março, 2011

Cultivando seus passos

Por Flaviana Souza

Esse final de semana foi bem atípico e no meio dos inúmeros pensamentos, assistindo Tv, eu descobri que o Padre Fábio de Melo tem um programa de TV no canal Canção Nova, se não me engano chama Direção Espiritual. Não sou muito adepta a assistir programas religiosos e não tenho certeza do motivo, mas resolvi assistir. A mensagem que ele transmitiu foi tão bonita e reflexiva que resolvi dividir com vocês.

Metaforicamente o padre utilizou uma planta para explicar uma situação que é muito comum no nosso dia a dia: o que fazer se nos vemos em caminhos que não condizem com o nosso “eu”?

Uma planta vinda de um terreno úmido não se adapta ao solo seco, por mais que você tente, cuide, regue, ela não encontrará na terra os nutrientes que necessita para sobreviver. Ela morrerá em pouco tempo. O mesmo acontece com aqueles que estão em situações que vão contra seus princípios. E o aconselhou a sair o mais rápido possível porque não fará bem. Os nutrientes que você precisa não encontrará e pode ter grandes problemas por isso.

Refletindo sobre o assunto fica claro que devemos sempre medir nossos passos usando uma balança, onde é possível verificar quais são as vantagens, os pontos positivos e legais da ação e quais são os negativos para ai sim decidir se é um caminho bom a se seguir.

Lembre-se sempre que você é como uma planta e os nutrientes que consumirá são escolhidos exclusivamente por você. Os frutos que nascerão dependem de suas escolhas para serem saborosos e vistosos.


16 março, 2011

A raiz da criatividade está na infância...

Por Prof. Menegatti

Uma pesquisa sobre gênios que moldaram o século XX com sua criatividade, apontou que todos partilhavam uma espécie de entusiasmo infantil na abordagem de seu trabalho. Eles tinham alguma coisa de criança, tanto no sentido de fazer novas explorações, quanto no de admirar-se com as coisas que impressionam as crianças.

Einstein perguntava como seria viajar num raio de luz. Muitas crianças fazem essa pergunta, mas poucos adultos.

Picasso se perguntava: “O que acontecerá se apanharmos um objeto e o quebrarmos até fragmentá-lo em inúmeras partes diferentes?”

Freud fez perguntas rudimentares sobre sonhos.

Toda criança nasce com a semente da criatividade. Todas têm o desejo e impulso de explorar, de descobrir coisas, de tentar, de experimentar modos diferentes de manusear e examinar os objetos. Enquanto crescem, as crianças vão construindo universos inteiros de realidade em suas brincadeiras.

A máquina de lavar é entregue numa caixa de papelão grosso. Durante semanas as crianças brincarão com a caixa, abrindo-a, dobrando-lhes as bordas, inventando e reinventando: uma caverna de urso, um navio pirata, uma estação espacial, um avião, enfim tudo, menos uma caixa vazia dentro da qual veio uma máquina de lavar.

A maioria do tempo que passamos com nossos filhos, estamos ensinando alguma coisa. Acho que está na hora de começarmos a aprender um pouquinho com eles. Esse foi o segredo de sucesso de Einstein e pode ser o nosso também...


15 março, 2011

Home Office: 8 dicas para quem quer trabalhar de casa

Por Natacha Casado.


Não seria um sonho trabalhar em casa, ficar de pijama o dia todo, não pegar trânsito e nem encontrar pessoas chatas no meio do seu dia? Bem, se você me permite uma opinião, não sou fã da cidade grande e de todas as suas conturbações diárias, mas, se você é do tipo de pessoa que opta por trabalhar sem por os pés nessa loucura de mundo é importante assumir certos compromissos para aproveitar ao máximo da situação.
A revista norte-americana Inc publicou 8 dicas para você se dar bem no trabalho mesmo sendo na sua residência:
1)      A linguagem é importante: Nunca diga que você trabalha em casa, e sim que seu escritório é em casa.
2)         Vestir-se para o trabalho: Algumas pessoas preferem se vestir como se fossem trabalhar fora de casa, outras preferem ficar o dia de pijama. Isso é uma escolha pessoal. Se você preferir a última opção, só não pode se esquecer de trocar de roupa uma vez.
3)     Fale com alguém do trabalho: Entre em contato com outras pessoas relacionadas ao seu trabalho pelo menos uma vez por dia.
4)     Faça coisas úteis como pausa: Faça coisas no seu momento de pausa, como lavar roupa, varrer o chão. Assim você se distrai um pouco.
5)     Se você tem filhos: Eduque-os para não atrapalhar quando você estiver trabalhando.
6)     Seu horário de preferência: Crie uma rotina que se adapte ao seu organismo. Baseie-se nos horários que o mundo exige.
7)     Tenha um aparelho telefônico somente para o trabalho.
8)     Tenha uma boa cafeteira.
Para ficar mais completo, o Jornal Hoje mostra as vantagens e desvantagens de trabalhar em casa. Confira:





Independente da sua escolha, tendo foco e determinação, o sucesso no trabalho é receita certa.
Boa sorte!

14 março, 2011

Primeiro dia do ano (pós-carnaval)

Por Natacha Casado.

Para alguns brasileiros, o ano começou hoje, e tudo que veio before foi um aquecimento para o grande espetáculo, o Carnaval. Depois disso, o Brasil “deslancha”.

A data pode representar atraso nos negócios, tempo perdido ou até apenas diversão, mas as coisas não são assim para todo mundo. Os dados de 2011 ainda não foram divulgados mas, em média, só na Cidade de  São Paulo, de acordo com a SPTuris, o gasto médio dos foliões cresceu mais de 51% em cinco anos, isso representa em números nada mais, nada menos do que uma média de R$ 50 milhões. 

Valor significativo? Mas que isso, é um valor decisivo para muitos setores.

Além de expressar belissimamente a cultura particular de várias regiões, o Carnaval, que antes era apenas uma festa com poucos fins lucrativos ou nenhum, hoje se tornou uma espécie de empresa que trabalha o ano todo e  traz lucro e geração de renda para o Brasil!


iPhone vs Android vs BlackBerry

Por Rodrigo Lobato.

Vamos lá, segunda-feira, dia díficil de pegar no tranco, sérgio?

Há algum tempo atrás falamos sobre "Você é o que você come". Mas descobrimos (eureka!) que somos também o que consumimos. ;)

O moderninho do iPhone, o nerde do Android e o tradicional que tem BlackBerry. Como as pessoas que compram os conceitos das marcas são vistas pelos outros usuários das concorrentes?

O ser humano se envolve com pessoas e conceitos que compartilha. Neste caso, é possível sim dizer que algumas pessoas possuem caracteristicas em comum, uma vez que compartilham uma mesma marca ou conceito.

Este cartoon comparativo é criação do C-Section Comics , e foi traduzido pela equipe As Operárias.



10 março, 2011

Eu vou seguir

Por Flaviana Souza

Estamos nos recuperando da ressaca do Carnaval e por esse motivo escolhi algo mais leve, o sonho.

O sonho é leve porque quando planejado é abstrato. O sonho é pesado quando é concreto e vira pó. Mas aprendemos que sonhar é preciso sempre e que desistir não cabe a nós. Mas então o que fazer quando um projeto tão bem elaborado de repente desmorona? E se o sonho vira um pesadelo?

Não tem uma receita específica para enfrentar esse obstáculo, mas com certeza a base consiste em não desistir, em seguir sempre. Afinal, os sonhos são pra sempre e a responsabilidade de realizá-los está nas mãos de cada um de nós.

Como eu disse uma dica leve e curta, para esse “começo oficial de 2011”. Suave como a voz doce da cantora Marina Elali, que dá vida à música “Eu vou seguir” que ilustra perfeitamente esse pensamento.

Lembrem-se sempre: Acredite em você!


04 março, 2011

Ser feliz é...

Por Rodrigo Lobato.




Vejam este slide e respondam à pergunta...


Dinheiro traz ou não felicidade?

03 março, 2011

Ajudando um amigo a encontrar sua Inteligência

Por Flaviana Souza

Um amigo muito querido (profissional de alto escalão, com uma quantidade mais que invejável de diplomas de faculdades, MBAs e mestrados, dono de um QI elevadíssimo) está passando por uma fase ruim e me pediu para escrever sobre Inteligência Emocional e resolvi atender ao seu pedido. Fui buscar mais informações para dividir aqui no blog e encontrei um artigo interessante do qual tirei alguns dados que fazem parte desse texto que estão lendo.

Tem no mercado um livro do psicólogo Daniel Goleman chamado “A Inteligência Emocional”. O livro conta que em um de seus estudos foi verificado que a maior diferença (90%) entre as pessoas com desempenho pessoal e profissional de sucesso e as que têm um desempenho mediano está relacionada às competências comportamentais e não aos conhecimentos adquiridos no ambiente escolar.

A Inteligência Emocional é justamente a junção dessas competências que têm cinco componentes formadores essenciais para o sucesso pessoal e profissional. São eles:

Autopercepção – que é a capacidade das pessoas conhecerem a si próprias, em termos de seus comportamentos frente às situações de sua vida social e profissional, além do relacionamento consigo mesmo.

Autocontrole – ou capacidade de gerir as próprias emoções, seu estado de espírito e seu bom humor.

Auto-motivação – capacidade de motivar a si mesmo, e realizar as tarefas e ações necessárias para alcançar seus objetivos, independente das circunstâncias.

Empatia – habilidade de comunicação interpessoal de forma espontânea e não verbal, e de harmonizar-se com as pessoas.

Práticas sociais – capacidade de relacionamento interpessoal e de trabalho em equipe.

Conforme apontam os mais diversos estudos sobre o assunto, desenvolver o QE (quociente emocional) se faz necessário, pois, está intimamente ligado a realização pessoal, profissional e na felicidade do ser humano.

O truque para aprender a trabalhar com o QE consiste em ter experiências repetitivas. Logo, é necessário identificar quais são seus pontos fracos e depois concentrar-se neles até desenvolvê-los. É preciso identificar as oportunidades diárias e praticar os pontos em desenvolvimento.


02 março, 2011

Não tenha medo de errar...

Por Prof. Menegatti

Você sabia que inúmeras invenções se devem aos equívocos?

Perkins, um químico britânico, descobriu a fórmula dos corantes artificiais quando tentava criar um quinino sintético, o que não conseguiu. Entretanto, notou que o composto utilizado na experiência deixava uma mancha púrpura. Mais pesquisas com essa mancha deu início a indústria de corantes.


Muitas vezes as pessoas desistem porque têm medo de errar. Esses erros podem ser embaraçosos, até mesmo humilhantes. Mas, se você não se arriscar e não errar, deixará de aprender ou de criar alguma coisa nova.

A história mostra que as pessoas mais criativas cometem mais erros. O motivo não é porque sejam menos eficientes, elas simplesmente fazem maior número de tentativas que as outras, têm mais idéias, analisam mais possibilidades, mas em contrapartida se alegram com suas descobertas que impactaram a vida de muitas gerações. 



01 março, 2011

Dicas para você se organizar e administrar melhor o seu tempo

Por Rodrigo Lobato.

Olá, leitores do Blog!


Estes dias, li um artigo que mudou minha vida e gostaria de compartilhar com vocês. Eu sempre fui uma pessoa um tanto desorganizada. Por ser também ansioso, rôo unha, pois sempre estou correndo para completar minhas tarefas.

Já que as dicas não fazem parte de um artigo de autoria do nosso blog, e não achamos ético copiar conteúdo de terceiros, vou abordar rapidamente 3 das 13 técnicas descritas no ótimo post do PapodeHomem.com.br que você pode adotar para a sua vida e deixá-la um pouco mais saudável e organizada:

1) O aplicativo "Things" para iPhone. Custa 10 dólares, mas vale cada centavo. Você pode agendar seus compromissos e dividir por projetos, tudo isso de uma forma simples e prática (é muito rápido para fazer. Sério!)

2) Crie uma pasta no outlook chamada "Responder depois" e sempre que chegar um e-mail e você estiver enrolado para responder, mova para esta pasta. Mantenha sempre vazia sua caixa de entrada. Acredite: isso alivia!

3) Adote o método GTD (Getting things done). Tema muito bem abordado pelo blog Efetividade.net.

Não se esqueça de ler a matéria do Papo de Homem, "Produtividade extrema: 13 dicas para você virar um demônio da Tasmânia com suas tarefas".
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