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31 janeiro, 2011

A Amizade verdadeira tem preço sim: 134 mil.

Por Rodrigo Lobato


No embalo do artigo “Façam mais amigos” da Flaviana Souza, aproveito para falar sobre a matéria de capa da Super Interessante deste mês: “Amizade. Porque é impossível ser feliz sozinho”.
A matéria aborda diversos assuntos relacionados ao nosso círculo de amizade, mas o que mais me chamou atenção foi a relação que a Camilla Costa e o Bruno Grattoni (redatores da revista) fizeram com o nosso crescimento profissional.
O economista Andrew Oswald (Universidade de Warwick) estudou o comportamento das pessoas no trabalho (fora dele também, claro) e concluiu que fazer um novo amigo equivale, em média, a receber 134 mil reais a mais de salário anual. Oi, quer ser meu amigo verdadeiro?
Brincadeiras à parte, não vá sair por aí que nem um Big Brother da vida pedindo amigos! Particularmente acho que isso não funcionaria. A não ser que você o convença que o salário dele aumentará em 134.000.
Mas quem foi que disse isso?
A Ocitocina. Já ouviu falar dela? É um hormônio que está relacionado com a reprodução. Quando fazemos novos amigos também liberamos este hormônio em nosso cérebro.
Bom, aí vai outro dado estranho: Quem tem um amigo no trabalho se sente 7 vezes mais envolvido com o que faz, 50% mais satisfeito e até duas vezes mais contente com o pagamento que recebe. Quem tem 3 ou mais amigos têm 96% de chance de estar satisfeitas com a vida.
Então, aí vai a dica:
Valorize os elos entre seus funcionários. Faça questão de fazer uma festa de fim de ano inesquecível. Colabore para a interação através de Happy Hours, Cafeterias, Karaokês semanais, Redes sociais internas. Faça o que for preciso para que amizades verdadeiras sejam criadas dentro do ambiente de trabalho, mesmo porque a maior parte dos seus dias você passa dentro dele. Mas também mantenha um olho no peixe e outro no gato, pois se não vira farra.
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