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05 maio, 2011

A felicidade que não se deveria comer

Por Flaviana Souza

As recepções de consultórios, cursos, escritórios, na maioria das vezes têm revistas de pelo menos seis meses. Foi sentada em uma dessas recepções que encontrei um artigo muito interessante na Revista TAM de janeiro de 2010. O artigo “O alimento total” fala sobre a ligação que fazemos entre felicidade e comida.  
Robert Wong, CEO da Robert Wong Consultoria Executiva e autor do texto, questiona o objetivo do ser humano, que é ser feliz. E o que te faz feliz? – esse questionamento me lembra a campanha do Pão de Açúcar que por sinal faz ligação com o tema central que é o alimento – Comer algo que para você é saboroso/gostoso?
Relacionar comida com felicidade é muito comum, por que a comida faz o papel de agente do prazer. E são nesses pequenos prazeres que geralmente associamos nossa felicidade.
Mas existe um grande porém nessa história toda: comer engorda e muitos desses alimentos prazerosos fazem mal à saúde. Como solucionar esse impasse? Reeducação. Não alimentar e sim reeducação da consciência. Quando o corpo funcionar como um todo (corpo físico, mente e alma), você vai passar a entender que na verdade come-se para sobreviver e que esse ato está intimamente vinculado ao contexto de saudável e não somente prazeroso. A partir daí, você passará a questionar-se sobre o que e qual a necessidade do que está ingerindo.
Em uma definição bárbara de Robert, compreendemos que a comida é o alimento do corpo; o conhecimento, o alimento da mente; e a luz, o alimento da alma. Adotando essa equação de equilíbrio, pode-se viver saudavelmente feliz.

Para finalizar, uma colocação que eu gosto, mas da qual não sei o autor: “Eu como para viver, não vivo para comer”.

29 abril, 2011

Qual é o seu propósito HOJE (dia 29/04)?

Por Thaís Duarte

Todos nós temos um propósito na vida. Focamos, lutamos e centralizamos todo esforço e competência para que este tão almejado propósito seja alcançado.

Ter um propósito é imprescindível para o desenvolvimento, tanto pessoal, como profissional. É ele que te leva ao sucesso, realização e felicidade, e aparece das mais variadas formas, mas sempre é um só.

Claro que no caso feminino (com suas necessidades de consumo muito peculiares), muitas vezes surgem os “propósitos do dia”, que no caso de hoje é este belíssimo vestido da grife Arthur Caliman.
Arthur Caliman
Se vocês também têm dessas, não se preocupem, os “propósitos do dia” são completamente aceitáveis! Mas não perca o foco! Nunca!

Mas e ai? Qual é o seu “propósito do dia”?!

Ginástica Laboral.

Por Natacha Casado

Capitalismo louco, competição acirrada, fast food para não perder muito tempo do almoço, noites em claro e várias outras características do “bom profissional” são cada vez mais comuns de se ver.

Se identificou? Você não é o único. 90% das pessoas que vão ler esse artigo vão achar alguma coisa familiar ou até pensar que copiei sua rotina diária.

Todo mundo precisa relaxar, eliminar as energias negativas obtidas pelo excesso de trabalho e tentar, principalmente, resgatar um pouco da qualidade de vida deixada dentro do escritório.

A solução: Ginástica Laboral. Empresas inteligentes incentivam atividades como essa, e o mais legal e meio contraditório, é que as atividades de relaxamento como ginástica laboral aumentam a produtividade.

Sim, isso é comprovado. Funcionário relaxado, com sua auto-estima melhorada tende a se sentir mais disposto, mais feliz e conseguintemente sua qualidade de trabalho aumenta.

O que as empresas têm que deixar claro para seus funcionários é que a ginástica laboral não é apenas uma atividade de relaxamento e sim uma questão de SAÚDE.

É um jogo onde ambos saem ganhando: A empresa vai ter um funcionário mais satisfeito e o profissional vai levar uma vida mais saudável e proveitosa.

Se a sua empresa ainda não aderiu a atividades de relaxamento como a Ginástica Laboral, sugira no RH, quem sabe eles gostam da idéia e todos saem ganhando.


Quer se aprofundar mais sobre o assunto?

http://www.correiomariliense.com.br/materia.php?materia=4012


28 abril, 2011

Os Ms: Memória e Motivação

Por Flaviana Souza


Eu acho bárbaro como a motivação está ligada de alguma maneira com tudo o que acontece ao nosso redor e vice-versa. Às vezes eu penso: será que terei assunto para escrever toda a semana? Sim, porque sempre tem alguma coisa que leva (motiva)m a outra. Faço um curso de Fotografia e Memória toda quarta-feira e descobri ai mais um tema para compartilhar com vocês: Memória!


Arrisco afirmar que a memória é a principal fonte de motivação do ser vivo. Quando treinamos um cachorro para realizar truques, geralmente usamos algum petisco, que motiva o cão a repetir o comando. Conosco acontece algo semelhante. Nos motivamos por uma memória passada ou futura (histórias inspiradoras).


Um exemplo recente de força de motivação que a memória proporciona é o Tsunami no Japão, com suas conseqüências e superações. O povo japonês (infelizmente) teve que se habituar a superar enormes catástrofes em pouquíssimo tempo (bombas atômicas, terremotos...) e isso fez com que eles desenvolvessem uma cultura de organização e superação admiráveis por todo o mundo. Então a ligação que se pode fazer é que o passado gerou um aprendizado cravado na memória que por sua vez é colocado em prática sempre que necessário. O resultado é que em um mês após o desastre, várias ruas já foram refeitas, casas reconstruídas, enfim, o país já está se reerguendo e sempre de maneira organizada, enquanto nós esperamos anos para taparem o buraco daquela rua do bairro. Este é um dos maiores exemplos de motivação relacionada à memória cultura que podemos fazer referência atualmente, mas com certeza não é o único.


Tsunami

Se você acha que nada te motiva, que nada faz sentido, feche os olhos, entre em uma cápsula do tempo, pare em qualquer momento da viagem que encontrará em algum determinado acontecimento a força de motivação que tanto precisa.

27 abril, 2011

Sua empresa está preparada para as novas mudanças?

Por Prof. Menegatti

Você sabia que o volume de informações novas dos últimos trinta anos é maior do que o dos últimos cinco mil? Uma edição da Folha de São Paulo, em um dia de semana, contém mais informações do que aquelas que provavelmente a média das pessoas no século XVII, receberiam em toda a vida. A quantidade de informações disponíveis no mundo dobrou nos últimos cinco anos e continua a crescer numa proporção assustadora.

Transformar uma tecnologia nova e cara em uma commodity de preço baixo e acesso fácil hoje leva dez anos, mas daqui a uma década bastarão cinco anos e, em 20 anos, apenas dois ou três.

Vejamos o caso dos medicamentos antiaids. Há 15 anos, o gasto anual com esse tipo de medicamento (pouco eficaz) era de 30 mil por paciente. O valor hoje é de pouco mais de R$ 3.000,00 reais por ano e o tratamento é eficaz.

Estima-se que em 2020 teremos máquinas com a mesma capacidade do cérebro humano e custará cerca de US$ 1 mil. Em 2029, os computadores serão milhares de vezes mais poderosos do que o cérebro humano, pois combinarão as atuais vantagens da inteligência humana, sobretudo a capacidade de reconhecimento de padrões, com os aspectos em que eles já nos superam.

No campo das experiências "reais" é onde residem as maiores oportunidades profissionais. A nossa criatividade será ainda mais desafiada. Os filmes provocarão emoções que precisarão ser vivenciadas, experimentadas por todos os órgãos dos sentidos, não apenas pela visão e audição.

A minha pergunta é: será que sua empresa estará preparada para as novas mudanças?

tecnologia


26 abril, 2011

Quem é essencial tem lugar garantido?

Por Miguel Salomão

Eis o que eu adoraria de dizer hoje: seja essencial ao negócio de que participa. É o único jeito de se perpetuar. Todos os demais irão ficar cada vez mais na incômoda posição de ter que disputar posições na rebarba, na bacia das almas, pendurados para fora da janela do trem ou então perigosamente perto das portas de saída.

Portanto, trate de colocar seus exércitos onde você é fundamental. Ou você será sempre acessório, será sempre o primeiro na linha de tiro, viverá sempre como refém das situações. Sua primeira e maior missão como ser econômico que deseja sobreviver no mercado de trabalho é essa: ser essencial. 

Isso vale tanto para quem é sócio de um empreendimento quanto para quem é executivo. Se você é dono da empresa, mas a competência central do negócio é um aporte trazido por outros sócios, você estará sempre numa posição frágil. Seja o motor, seja a mola propulsora. Claro que há outras formas de fincar posição numa composição acionária. Mas nenhuma é tão forte quanto emprestar a alma e o combustível para a empresa. 

Se você é um executivo, a regra é a mesma – só que vale em dobro. É muito mais fácil trocar um funcionário do que um sócio. Então, combata essa fragilidade dobrada buscando com redobrada atenção trabalhar somente em empresas para as quais as suas competências sejam relevantes, pense nisso: busque atuar em áreas e posições nas quais você seja fundamental. Talento, mesmo o mais agudo, fora de lugar, adianta pouco, não vale muito. Michael Jordan, o Pelé do basquete, não conseguiu ser Michael Jordan no beisebol… 


Ser essencial, por fim, é descobrir, antes de tudo, a sua própria essência. E compreendê-la, e aceitá-la. É impossível ser essencial se você não sabe o que tem dentro de si. Depois disso, é correr atrás de encontrar lugares no mercado de trabalho onde você possa fazer a diferença de verdade. E ser feliz e essencial.


25 abril, 2011

Em 2012 acabará o mundo?

Por Rodrigo Lobato.

Bug do milênio? Mãe Dinah? Oi?

Quantas vezes já escutamos que o mundo iria acabar?

Lembro quando assistia ao fantástico e um jovem nerde afirmava que todos os computadores parariam ao chegar no ano 2000. Tratava-se do Bug do Milênio.
Entrei em pânico. Virei e revirei os calendários do Windows buscando algum indício sobre um possível fim do mundo.

Lembrei deste “freak” nerde enquanto ganhava presentes no natal de 1999, pensando: “Presentes que durarão uma semana”.

Mas lembrei deste infeliz, principalmente, quando começaram a falar sobre a profecia de 2012. Será que é o fim do mundo? #AIMEUDEUSOMUNDOVAIACABAR? Deveria eu sair loucamente por aí, fazendo coisas perigosas e sem-noção, comendo doces até rolar na rua, indo para festas holísticas de jogadores de futebol, pois só me resta 1 mero ano de vida?

O mundo vai acabar sim. Em 2012? Acredito que não. Dizem que está prevista uma tempestade solar que resultará em uma pane elétrica com prejuízo de trilhões (para quem não sabe do que se trata, leia à Super Interessante de Abril-11, ou clique aqui). Muitos artigos na rede contradizem esta afirmação. O fato é que usamos e abusamos de nossa natureza sem pensar nas conseqüências. Colocamos milhares de carros movidos a petróleo nas ruas todos os dias, quando deveríamos produzir veículos movidos à energia sustentável, entre outras zilhares de coisas erradas que fazemos pelo nosso mundo.

Uma coisa é certa: anunciar o fim do mundo oficialmente resultaria em uma pane sociológica, não elétrica. Afinal, o que você faria hoje se soubesse que o mundo acabaria amanhã?

Tempestade Solar

Quem quiser se aprofundar sobre 2012 (pega leve, ok?) acesse http://porque2012.com/ 


22 abril, 2011

Convites da vida para você.

Por Natacha Casado

Você sabe aproveitar os convites que a vida lhe oferece?

Hoje quero falar de um convite em especial, aquele que te oferece oportunidades de crescimento profissional, aquele que te abre caminhos para o sucesso e te faz sentir aquele sentimento de realização delicioso.

Esse convite é extremamente VIP e, acredite, muitas pessoas são convidadas e não comparecem, ignoram completamente e acabam perdendo a “festa”.

Por medo? Insegurança?

Pare um pouco, não se subestime.

Encarar desafios faz parte da vida e é extremamente necessário para aproveitar o final da “festa” da melhor maneira possível.

Coragem na vida profissional é tudo! Arrisque, acredite e busque o sucesso sem medo.
Esteja aberto para os convites da vida, se jogue e permita-se!

Boa sexta feira para todos!


“Para o sucesso, atitude é igualmente tão importante quanto capacidade”. (Harry F. Banks)


21 abril, 2011

Virada de cultura, arquitetura e pessoas.

Por Flaviana Souza

Na verdade o texto de hoje não seria esse, mas achei que o assunto valia um artigo.
Esse final de semana tivemos em São Paulo um acontecimento maravilhoso, a Virada Cultural. Participei na madrugada de 16 para 17 de abril de alguns dos muitos acontecimentos do evento e vi que é um baú de motivações.

Culturalmente o evento motiva a assistir peças teatrais, shows, saraus, stand up e outras apresentações diversas, o que por si só já justificaria a existência do projeto. Mas não é disso que quero falar e sim do que mais me atraiu nessa história toda, que foi poder andar pelo magnífico centro de São Paulo (arquitetonicamente falando) a noite com várias pessoas e sem medo de ser assaltada. É exuberante essa sensação de bem estar.

Isto me fez querer andar pelo centro mais vezes e para isso só motivando todos para que juntos mudemos a realidade de uma parte tão linda da capital paulistana. Fora do evento não é possível caminhar por essa zona sem a preocupação constante com a marginalidade, porque conosco tudo pode acontecer, já que não temos condições de andar com seguranças particulares, carro blindado, etc, já “com a Rita não” (verso de um poema feito e recitado em um dos saraus referindo ao privilegio de equipamentos que a Rita Lee teve em seu show e a precariedade dos equipamentos dos poetas que tiveram que fazer boa parte do espetáculo sem microfone, gritando no meio da rua).


Outro foco de motivação que a Virada proporciona é unir pessoas de várias tribos, preferências, cores e religiões em um mega evento a céu aberto fazendo com que elas se relacionem. É um fenômeno bárbaro conhecer a arquitetura de São Paulo a noite, com segurança e ainda por cima interagir com pessoas diferentes.

Sei que a próxima edição da Virada Cultural demorará a acontecer, mas espero que até lá muita coisa tenha mudado e que mais pessoas privilegiem esse evento tão rico. Uma Virada de cultura, arquitetura e pessoas.

A ligação que faço ao término do texto é mais uma vez que a motivação seja usada para o nosso bem pessoal, mas também para o bem do próximo, da cidade, estado, país e mundo. Assim como para conseguirmos mudanças em nossas vidas precisamos buscá-las, para termos melhoras ao nosso redor, devemos fazer parte delas.

20 abril, 2011

Líder encorajador...

Por Prof. Menegatti

Como o líder deve encorajar sua equipe? Penso que o melhor caminho seja tratar as pessoas de maneira individual. Quando se faz comparações entre pessoas do mesmo grupo, surgem os ressentimentos, e estes por sua vez, favorecem a hostilidade. Devemos nos perguntar: Para que criar um problema maior do que aquele que já existe? Por que despertar reações exaltadas entre os integrantes de um grupo?

Se partirmos do princípio de que essas pessoas farão o melhor que podem, procurando sempre olhar para elas como podem ser e não como realmente são, crendo que isso se tornará realidade, ficará mais fácil, enquanto líder, incentivá-las. Um líder encorajador, quando aumenta o seu próprio nível de otimismo, faz com que o potencial das pessoas também cresça.

Um famoso técnico de futebol disse: “aprendi desde cedo a manter uma equipe unida, a incentivar alguns, acalmar outros, até que estejam na mesma sintonia e formem um time de fato. Só lhes digo três coisas: se alguma coisa saiu errado, fui eu quem fiz; se sai quase boa, nós fizemos; e se foi muito boa, vocês fizeram. Basta isso para tornar as pessoas vencedoras”. 


19 abril, 2011

Você, focado no presente ou futuro?

Por Miguel Salomão


Em uma conversa com uma amiga, sobre focar no presente ou ficar pensando somente no futuro, descobri que na verdade....tendo como base minha pouca experiência de vida e um pouco de ousadia - compartilho com vocês uma coisa: até há pouco tempo, pensava muito sobre o futuro, em minhas metas e planos, nas vontades de modo geral… Atualmente, tenho buscado viver intensamente o momento ou, como digo sempre, o teor dos fatos… Tenho tentado manter os sentidos aguçados e apreender a realidade ao meu redor…

Penso que cuidar do agora é, ao que parece, cuidar do depois…


18 abril, 2011

Iniciativa e acabativa.

Por Rodrigo Lobato.

Você é do tipo que cria, cria, cria, mas não coloca em prática? Ou você prefere colocar em prática um pensamento criativo fazendo com que ele gere resultados? Se você respondeu "Ambos", "Steve Jobs brasileiro",  parabéns! Você é um empreendedor de sucesso! Se não, entenda como aprimorar seu poder de inciativa ou acabativa através deste ótimo teste escrito por Stephan Kanitz (o artigo abaixo foi retirado do website de Kanitz, que você pode acessar clicando aqui)

Stephan Kanitz


Kanitz:

Isto é um teste de personalidade que poderá alterar a sua vida. Portanto, preste muita atenção.
Iniciativa é a capacidade que todos nós temos de criar, iniciar projetos e conceber novas ideias.
Algumas pessoas têm muita iniciativa e outras têm pouca.
Acabativa, é um neologismo que significa a capacidade que algumas pessoas possuem de terminar aquilo que iniciaram ou concluir o que outros começaram. É a capacidade de colocar em prática uma ideia e levá-la até o fim.

Os seres humanos podem ser divididos em três grupos, dependendo do grau deiniciativa e acabativa de cada um: os empreendedores, os iniciativos e osacabativos - sem contar os burocratas.

* Empreendedores são aqueles que têm iniciativa e acabativa. Um seleto grupo que não se contenta em ficar na ideia e vai a campo implantá-la.

* Iniciativos são criativos, têm mil ideias, mas abominam a rotina necessária para colocá-las em prática. São filósofos, cientistas, professores, intelectuais e a maioria dos economistas. São famosas as histórias de economistas que nunca assinaram uma promissória. Acabativa é o ponto fraco desse grupo.

* Acabativos são aqueles que gostam de implantar projetos. Sua atenção vai mais para o detalhe do que para a teoria. Não se preocupam com o imenso tédio da repetição do dia-a-dia e não desanimam com as inúmeras frustrações da implantação. Nesse grupo está a maioria dos executivos, empresários, administradores e engenheiros.

Essa singela classificação explica muitas das contradições do mundo moderno.
Empresários descobrem rapidamente que ficar implantando suas próprias ideias é coisa de empreendedor egoísta. Limita o crescimento. Existem mais pessoas com excelentes ideias do que pessoas capazes de implantá-las. É por isso que empresários ficam ricos e intelectuais, professores - entre os quais me incluo -  morrem pobres.
Se Bill Gates tivesse se restringido a implantar  suas próprias ideias teria parado no Basic. Ele fez fortuna porque foi hábil em implantar as ideias dos outros - dizem as más línguas que até copiou algumas.
Essa classificação explica porque intelectual normalmente odeia empresário, e vice-versa. Há uma enorme injustiça na medida em que os lucros fluem para quem implantou uma ideia, e não para quem a teve. Uma ideia somente no papel é letra morta, inútil para a sociedade como um todo.
Um dos problemas do Brasil é justamente a eterna predominância, em cargos de ministérios, de professores brilhantes e com iniciativa, mas com pouca ou nenhuma acabativa. Para o Brasil começar a dar certo, precisamos procurar valorizar mais os brasileiros com a capacidade de implantar nossas ideias. Tendemos a encarar o acabativo, o administrador, o executivo, o empresário como sendo parte do problema, quando na realidade eles são parte da solução.
Iniciativo almeja ser famoso, acabativo quer ser útil.
Mas a verdade é que a maioria dos intelectuais e iniciativos não tem o estômago para devotar uma vida inteira para fazer dia após dia, digamos bicicletas. Oiniciativo vive mudando, testando, procurando coisas novas, e acaba tendo uma vida muito mais rica, mesmo que seja menos rentável.
Por isso, a esquerda intelectual e a direita neoliberal  conviverão as turras, quando deveriam unir-se.
Se você tem iniciativa mas não tem acabativa, faça correndo um curso de administração ou tenha como  sócio um acabativo. Há um ditado chinês, "Quem sabe e não faz, no fundo, não sabe" - muito apropriado para os dias de hoje.
Se você tem acabativa mas não tem iniciativa, faça um curso de criatividade, estude um pouco de teoria. Empresário que se vangloria de nunca ter estudado não serve de modelo. No fundo, a esquerda precisa da acabativa da direita, e a direita precisa das iniciativas da esquerda. Finalmente, se você não tem iniciativanem tampouco acabativa, só podemos lhe dizer uma coisa: meus pêsames.

15 abril, 2011

O que é ter sucesso para você?

Por Thaís Duarte

Muito ouvimos, esperamos e desejamos sobre o sucesso, mas o que a maioria das pessoas não para pra pensar, é que este é relativo.

Será que ter sucesso é ter um cargo elevado, ganhar muito e ter uma vida luxuosa? 
Depende.  

Uma pessoa bem sucedida pode ser aquela que deixou o emprego, se mudou para uma casa menor, trocou o carro por uma bicicleta, faz freelas e está feliz consigo, com a vida, com a sua posição, que se sente realizada, valorizada e completa.

Ao mesmo tempo, aquele empresário milionário com a sua convencional esposa linda, iate, jato, casa em Miami, uma multinacional admirada, pode não ter sucesso. Pode não ser respeitado pelos que o cercam, pode viver em uma grande ilusão, sem sentimentos sinceros, sem alcançar o real sucesso.

Ter sucesso é ser feliz, se sentir realizado e liberto. É uma sensação que se renova e revigora. 
Você se faz sentir assim, você pode ter sucesso mesmo não tendo recursos.

E para você, o que é ter sucesso?

sucesso e felicidade

14 abril, 2011

Toda forma de motivação é válida?

Por Flaviana Souza

   
    Quantas vezes escutamos que nós devemos nos agarrar em qualquer coisa que nos motive? Inúmeras, não é mesmo? Mas até onde será que isso é... saudável?

    Há quase dois anos a Revista Galileu abordou de forma sucinta a luta da deputada francesa da UMP (União por um Movimento Popular), Valérie Boyer, contra a venda de imagens enganosas. O tipo de imagem a que se refere são aquelas alteradas por meio de programas de manipulação de imagem. Você questiona: E o que isso tem a ver com motivação? Então eu pergunto: Onde são veiculadas essas imagens, quem as consome e com qual objetivo? Resposta: são revistas, jornais, sites e propagandas que todos nós consumimos inúmeras vezes ao longo do dia principalmente por mulheres, com a finalidade de buscar tendências, dietas milagrosas, inspiração e motivação para mudar e/ou melhorar alguma característica física/emocional.

    Ai está o ponto! É mais do que comum e involuntário, nós buscarmos motivação e inspiração em algo não-real. Boyer tenta fazer com que alguma medida seja tomada para que a saúde das pessoas não seja prejudicada pelo falso padrão que a mídia vende. Para isso, ela tem tentado implantar uma emenda à lei francesa para que as fotos digitalmente modificadas sejam acompanhadas de um aviso.
    O projeto da deputada tem dois objetivos principais: primeiro, prevenir distúrbios de saúde, psicológicos e alimentares (como anorexia e bulimia) e segundo, alertar o consumidor para que este saiba a veracidade do que consome.

    Faço então um questionamento final: Será que podemos nos deixar “motivar” por tudo que nos cerca?
    Usei o trabalho de Valérie Boyer para fazer um alerta sobre o cuidado que se deve ter para que uma tentativa de motivação não se transforme em uma catástrofe. Lembrando que o uso de imagens manipuladas é só um exemplo. Deve-se prevenir sobre tudo o que se lê e ouve para não cair em armadilhas.

Valérie Boyer


13 abril, 2011

Espere pela hora certa para provar que estão errados...

Por Prof. Menegatti

Li certa vez sobre Abraham Lincoln, que foi o mais amado presidente dos Estados Unidos e provavelmente o mais criticado. É possível que nenhum outro político da história norte-americana tenha ouvido tanta coisa ruim a seu respeito. Logo no dia seguinte a um discurso feito por Lincoln, um jornal de Chigado publicou críticas crueis, dizendo: “A face de todos os americanos deve formigar de vergonha ao ler as declarações tolas, rasas e sem sentido de um homem apresentado, a estrangeiros inteligentes, como presidente dos Estados Unidos". O que aconteceu depois disso? É claro que o tempo se encarregou de provar que aquela pesada crítica estava errada. 

Quando recebemos algum tipo de crítica devemos fazer algumas análises:

Mereço essa crítica: é como diz o escritor Norman Vicent, "o mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a ser salvos pela crítica".

Não mereço essa crítica: se você sabe que a sua ação ou decisão era a coisa certa a fazer, fique firme. O tempo provará. O tempo será sempre o seu melhor aliado. Ele permite que você prove que está certo. 

Conforme as coisas vão acontecendo, o motivo da crítica é eliminado.

Quando critico: segundo Harold Medina, "criticar os outros é algo muito perigoso; nem tanto pelos erros que você pode cometer ao criticar, mas pelo fato de você poder estar revelando algumas verdades a seu respeito".

Quando sou criticado: tenha em mente certas coisas sobre seu crítico: em primeiro lugar, é alguém cujo caráter você respeita? Segundo: essa pessoa é crítica o tempo todo? Terceiro: ela representa um padrão? Se a resposta for positiva, não valorize demais o que ela diz. Talvez seja uma forma de chamar a atenção, mas quando as críticas procedem de uma pessoa positiva, por sua vez, merecem ser ouvidas. 

Buscando o Equilíbrio

Um pequeno desabafo por Natacha Casado...

Será que é só minha vida que em determinadas manhãs acorda de cabeça pra baixo? Sinto uma onda de “deprê” tomando conta de mim que anula todos os bons acontecimentos recentes e me faz apenas enxergar o lado negativo da situação. 

Acho que sou uma no meio de milhões de pessoas que acabam se deixando levar pela tristeza, isso é normal e totalmente aceitável, o que não é aceitável é deixar que isso tome conta da sua vida e não passe apenas de um dia ruim que logo vai acabar.

Sei que é clichê, mas nada mais certo do que focar, focar e focar.  Quando estamos empenhados em uma coisa, de certa forma colocamos a tristeza pra quinto plano ou anulamos ela de vez.
O trabalho pode ser uma boa opção para buscar o equilíbrio emocional e ainda te rende muitas realizações profissionais.

“Sugue” energias positivas de pessoas bacanas e retribua com, mesmo triste, sorrisos sinceros.  

"Até a morte, tudo é vida”.
(Cervantes)




12 abril, 2011

O Brasil é a bola da vez. Sério?

Por Rodrigo Lobato.

"O Brasil é a bola da vez".


Tá todo mundo falando sobre isso. Confesso que às vezes até irrita. Irrita porque seguem dizendo que o Brasil cresce e empresas de todo mundo querem investir aqui, mas só vejo o preço do meu almoço aumentar. 
Vou no cinema e deixo uma fortuna. Pago 10 reais numa pipoca que vem murcha e fria. Até o álcool do carro, que aliviava no pagamento de contas no final do mês, tem custo similar ao da gasolina. Quase precisam derrubar uma árvore para conseguir imprimir tantos papéis para minha conta de celular (obrigado, Anatel). 

E a qualidade de vida do brasileiro cai. A economia cresce, a qualidade de vida cai. 

Tudo bem. Muitas pessoas vêm tendo oportunidades no mercado de trabalho e saem da pobreza todo dia. Mas vão bater de frente com os 9 milhões de carros da cidade de São Paulo, com a "suvaqueira" no transporte público, precoce, fraco, sem ventilação e super lotado; estradas esburacadas e caras...; com as filas que dão voltas para receber um serviço mal prestado pelo qual você paga (e muito); com as caras tristes (e esperançosas) que vemos no metrô e nas ruas, marcadas por uma vida de luta, quando devia ser uma vida de sorrisos.

O Brasil é a bola da vez? O Brasil de amanhã ou o de hoje?

Vamos falar sobre hoje! Não dá pra ficar vivendo o futuro. O que adianta seguir com este pensamento de deixar um mundo melhor para nossos filhos. Quero um mundo melhor para mim, para meus filhos, para os seus e para todo o ser humano.

Isso é o mínimo que merecemos destes políticos que só pensam no bolso deles.

11 abril, 2011

A vida como se não houvesse amanhã!

Por Miguel Salomão


Ontem estava almoçando com dois amigos e eles comentavam sobre a vontade de largar a vida executiva e empreender. Mas em algum momento de lucidez lembraram que empreendedores trabalham, na maioria das vezes, muito mais do que aqueles que seguem a vida executiva.


Um deles falou que em suas 73 entrevistas com empreendedores, acredita que não juntou uma mão cheia de casos com vidas equilibradas entre trabalho, família, saúde, mente e espírito.


Então me pergunto, de que vale ser um empreendedor de sucesso se você não tem tempo para viver sua vida? Para chegar aos sessenta anos e finalmente poder passar mais tempo jogando golfe? Mas quando essa época chegar, perceber que a maior parte de seus amigos morreu no mesmo caminho em busca do sucesso e segurança que “teoricamente” só o dinheiro pode oferecer?


Fiquei emocionado com o vídeo da (TC Bank)… espero que ajude muitos conhecidos workaholics a pensar diferente, mesmo que por poucos minutos.


PS: falando em workaholics, você se lembra do nome e profissão do seu bisavô? Lembra de suas grandes conquistas? Provavelmente não… então lembre-se, tudo é passageiro, menos um segundo bem vivido!

08 abril, 2011

Diferença entre a sua sala e a de seu chefe

Por Rodrigo Lobato.



E atrás da sala do cara com as pilhas de documento, o que há?

07 abril, 2011

Centralizando nossas motivações para mudar 2070

Por Flaviana Souza

Nesse espaço, estamos acostumados a ler, no meu caso escrever, sobre motivação pessoal e empresarial sempre no sentido de aprender a produzir mais, ficar “de bem com a vida”, buscar forças interiores etc. Temas muito importantes para o nosso bem-estar, para o nosso sucesso pessoal.
Mas e como encaixamos esses aprendizados no contexto “mundo”? Eu estar bem e conhecer as ferramentas para manter-me bem é ótimo, mas não suficiente. De que adianta tudo isso só ser útil para você?

A motivação vai além do singular. Ela é essencial para que o “todo” se harmonize. Uma pessoa sozinha não consegue mudar o mundo, infelizmente, mas essa pessoa pode plantar a sementinha, motivando um aqui, outro ali e todos juntos conseguiram fazer muito pelo país, pelo planeta, enfim, pelo que julgarem necessário. 
E eu me sinto na obrigação de motivá-los para uma causa que é de suma necessidade para todos: a conscientização e preservação do meio ambiente. Ah, mas agora você já está querendo atuar no campo da sustentabilidade e política verde? Não, em nenhum momento sai do nosso tema principal, a motivação, a liderança, a gestão das pessoas, simplesmente depois de três meses escrevendo para vocês senti que já estamos maduros para dar um passo à frente e começar a discutir temas que necessitam demais da centralização das nossas motivações.

Que o planeta está em risco, a água ameaçada, as florestas acabando a camada de ozônio definhando, aliás, ontem li que no Ártico já se perdeu 40% da capacidade de proteção, etc todos sabem. Mas o que poucos conseguiram perceber são os resultados que esses estragos irão causar. E é essa sabedoria que vai motivar cada um a fazer sua parte e juntos fazermos o destino mudar. Trouxe para vocês um texto da revista biográfica “Crônicas de los Tiempos” de abril de 2002 (traduzido, por isso a incoerência no português em determinados pontos), chamado “A carta 2070”.

Assistam!
Tenho certeza de que não serão os mesmos assim que o vídeo terminar... se Deus quiser!


06 abril, 2011

Algumas histórias interessantes...

Por Prof. Menegatti

* Adams estava numa farmácia e ouviu uma moça pedir um tablete de cera parafinada para mascar. Foi aí que teve um estalo. Depois de inúmeras tentativas, Adams adicionou alcaçuz ao produto fez o chicle em forma de pequenas bolas e embalou-as em caixas. O produto ganhou grande popularidade durante a Segunda Guerra Mundial, pois era usada pelas pessoas para aliviar o stress que vivia na época. Depois de encerrada a guerra o consumo de chiclete disparou no mundo. A marca Adams foi responsável por colocar a palavra chiclete no mapa de consumo mundial.

* Cirque Du Soleil mudou o modo como os circos eram apresentados, mudando o foco para o público adulto. Tirou de cena leões, zebras, macacos e angariou a simpatia de defensores de animais. Por tabela, reduziu as despesas de logística e manutenção. Desde sua fundação, mais de 38 milhões de pessoas já passaram por suas platéias nas quase 100 cidades aonde realizaram suas performances. Os novos circos aliam tecnologia, teatro, dança e música a orçamentos milionários e equipes gigantescas.

* Philips tem por prioridade fabricar produtos que as pessoas realmente desejem possuir e foi o que ela fez. Com a chegada das maquinas digitais, as pessoas deixaram de revelar a grande maioria das fotos. Um dos produtos mais inovadores dos últimos tempos é o Porta-Retrato digital, que recebe as fotos diretamente da câmera, exibe e alterna as fotos.

* Alcoa em 1880, um professor mostrou aos seus alunos de química um pequeno pedaço de alumínio e lhes deu uma grande dica. Aquele que descobrir uma forma econômica de produzir esse metal ficará rico. Hall, um daqueles alunos, costumava fazer experiências com minerais desde os 12 anos, transformando uma pequena cabana atrás de sua casa em um rústico laboratório. Após a formatura, ele continuou com suas experiências. O resultado foi uma massa solidificada que ele deixou esfriar, depois a estilhaçou com um martelo. E surgiram várias pequenas pelotas de puro alumínio. Desde o primeiro dia até hoje, a Alcoa tem permanecido a empresa líder mundial em alumínio.

* Black e Decker a idéia de criar uma furadeira elétrica surgiu depois de analisarem o comportamento de seus funcionários. Na sexta-feira desapareciam várias ferramentas elétricas das fábricas, que voltavam a reaparecer na segunda-feira seguinte. Chegaram à conclusão que os operários as levavam para casa, aproveitando o fim-de-semana para fazer alguns reparos e pequenos trabalhos. Se assim acontecia, porque não criar uma linha de ferramentas elétricas, especialmente desenhadas para o consumidor doméstico, mais leves, com um design mais agradável, com menos potência e adequada às suas necessidades.



05 abril, 2011

Motivação segundo Felipão

Por Rodrigo Lobato.


Li este artigo um tanto antigo escrito pelo Luiz Marins da Anthropos Consulting e achei interessante trazer para os nossos leitores do blog as principais qualidades de liderança - muito bem descritas na matéria - desta figura emblemática do futebol brasileiro (Quase pareci o Milton Neves ao descrever o Felipão?).

1. Ele ouve. Ouve muito os jogadores. É um verdadeiro pai. Na verdade um paizão que está sempre disponível a ouvir. E o mais importante é que ouve com sentimento de escutar. Ele não faz de conta que ouve. Ele ouve, comenta o que ouviu, discute o ponto de vista de quem fala, principalmente de seus liderados. Ele ouve e aconselha. Ele sabe que seus liderados precisam ser ouvidos;

2. Ele acompanha o jogo. Ele é presente. Ali, na beira do campo, andando, como se quisesse entrar e jogar junto com seus jogadores, ele incentiva, grita com a voz do coração. Coração de quem ama seus liderados;

3. Ele não é falso. Ele demonstra suas emoções. Ele mostra suas decepções e alegria. Ele não hesita em pedir desculpas quando a emoção fala mais alto e alguém sente-se ofendido;

4. Ele dá feedbacks imediatos. Ele cumprimenta; passa a mão na cabeça; dá um tapinha nas costas; faz sinal com os polegares, fazendo com que seus liderados saibam exatamente quanto erram e quando acertam.

Feedback imediato.
Eu acho que este é o principal ponto a ser explorado nas qualidades de liderança do Felipão.

Já aprendemos que as pessoas se motivam a realizar tarefas, pois querem ficar cada vez melhores no que fazem, e o feedback imediato faz com que este processo seja mais curto.

Para quem perdeu, assista ao vídeo sobre "A surpreendente verdade sobre o que nos motiva".

04 abril, 2011

Qual o seu propósito?

Por Miguel Salomão


Recebi esse vídeo há muito tempo. Hoje, quando estava deletando alguns e-mails, assisti e achei que valeria um post. Ao todo são quatro histórias inspiradoras de empreendedorismo. É um conteúdo relevante com um merchandising do curso de graduação da Unisinos (bem no finalzinho), mas que vale a pena assistir.
Principalmente para ver como um sonho na vida pode tornar as coisas ainda mais alcançáveis para você.

01 abril, 2011

Chegou a hora de mudar de emprego para mudar de vida?

Por Natacha Casado.

Quando você se depara com uma insatisfação na vida profissional, muita coisa fica martelando na cabeça, mas a pergunta chave geralmente é: 
Vale à pena mudar de carreira nessa altura do campeonato?

Bem, não é só com você. 
Milhares de pessoas, todos os dias, percebem que não estão satisfeitas com seu emprego atual e ficam na dúvida se devem ou não arriscar tudo e mudar de emprego.
A satisfação profissional tem que ser sim uma busca “eterna”, mas isso não quer dizer que só por que não se está feliz na empresa atual ou seu relacionamento com o chefe não vai de vento em polpa, que você precisa largar tudo e começar do zero.
Uma auto-análise do conjunto vai ajudar a enxergar se vale à pena ou não mudar, mas isso tem que ser feito com calma.
O ideal seria se você, antes que mudasse de carreira, se aprofundasse no ramo que escolheu estudando as implicações e exigências do novo trampo, procurando especialização.

Sempre há tempo para mudar e recuperar o tempo perdido, principalmente quando há um bom planejamento.

Boa sorte!

31 março, 2011

A fórmula da motivação

Por Flaviana Souza

É muito comum vermos ex-jogador, ex-político, ex-treinador, ex-ginasta, ex-modelo, ex-tudo, quando se aposenta virar palestrante sobre motivação e as empresas pagam caro por uma palestra deles. E por quê?

            Todos nós nascemos motivadores, querendo ou não, sabendo ou não. Foi a motivação que nos fez aprender a andar, a motivação que nos ensinou a andar, a motivação nos fez estudar, tá, mas e os que não estudaram? Bom, algo os motivou a não estudar, seja a necessidade de trabalhar para ajudar a família ou até mesmo a necessidade de se aventurar pelos mundos obscuros. Enfim, a motivação está em tudo o que fazemos, em tudo o que somos.

            Não é diferente com os novos palestrantes motivacionais. Aliás, tem uma diferença sim, a motivação deles os levou para um destino de vitórias públicas, o que os fazem conhecidos e desperta interesse sobre suas histórias. E é nesse ponto que eu quero chegar, ninguém é tão ruim que não possa ser um exemplo para alguém. Até mesmo aquelas pessoas que encontram-se no mais profundo estágio de depressão. Todos tiveram seus inúmeros momentos de motivação bem sucedidos. Eu mesma, nunca me imaginei escrevendo sobre tal assunto, muito menos que meus textos pudessem de alguma maneira ajudar alguém e hoje vejo que é exatamente isso que acontece.

            O que eu quero dizer é que na verdade não é necessário buscar palavras que lhe motivem, buscar textos, buscar conselhos, a verdadeira motivação está dentro de cada um e não segue uma receita como a de bolo, se fosse assim, com certeza seria mais fácil. Mas cada um deve buscar dentro de si o que é preciso para que algo se realize, ou simplesmente motivos para continuar seguindo.
            Se ajudar, segue o pensamento de Abraham Maslow sobre o assunto:

“O homem se motiva quando suas necessidades são todas supridas de forma hierárquica:

- Auto-realização
- Auto-estima
- Sociais
- Segurança
- Fisiológicas”

            Nunca esqueça, a verdadeira fórmula da motivação está escondida dentro de você mesmo. Busque-a e beba!




30 março, 2011

Crie hábitos vencedores...

Por Prof. Menegatti

Se você quer ter destaque na sua vida profissional, ou se você deseja alçar vôos mais altos dentro da sua empresa é importante que você desenvolva novas habilidades. Criar novos hábitos é um processo que exige muita disciplina e esforço. Em seu livro O Monge e o executivo, James Hunter mostra quais são os estágios que envolvem um novo aprendizado?

1. Estágio: Inconsciente e Incompetente
Este é o estágio em que você ignora o comportamento e o hábito, você não tem nenhum preparo. Isso se dá antes de você aprender a dirigir, por exemplo.

2. Estágio: Consciente e Incompetente
Aqui você toma consciência de um novo comportamento, mas ainda não desenvolveu a prática. Você sentou no carro para dirigir pela primeira vez. Tudo é muito desajeitado e até assustador.

3. Estágio: Consciente e Competente
Agora você está se tornando cada vez mais experiente e se sente confortável com o novo comportamento. Você já passa a marcha sem olhar para o cambio, o carro já não sai aos solavancos. Você já sabe o quanto você sabe.

4. Estágio: Inconsciente e Competente
Você já não precisa mais pensar. Nesta fase você não consegue mensurar o quanto você sabe. Dirigir é a coisa mais natural do mundo. Neste estágio os líderes não precisam tentar ser bons lideres, porque já são.

O mundo está em constante mutação. As pessoas que não acompanharem o conhecimento gerado pela tecnologia e pelas tendências de mercado ficarão para trás ou, na melhor das hipóteses, experimentará apenas uma parte do progresso. Ser receptivo a criação de novos hábitos garante a continuidade de seu sucesso durante muito tempo.



29 março, 2011

Ser autêntico não significa necessariamente ser original

Por Miguel Salomão


Norah Jones estourou na cena musical em 2002. Seu álbum de estréia, “Come Away With Me”, vendeu mais de 6 milhões de cópias e ela ganhou cada um dos oito Grammy aos quais foi indicada. Sua música agradou em cheio aos entusiastas do velho jazz, mas ao mesmo tempo muita gente questionava se a música de Norah Jones era jazz de verdade.

Na esteira do imenso sucesso do primeiro álbum, os produtores de Norah Jones levaram a jovem de apenas 23 anos de volta para o estúdio para gravar um álbum mais pop, que supostamente a aproximaria mais de outros jovens de sua idade. Depois de gravado, porém, concluiu-se que seria um erro lançar o novo álbum. E por quê? Porque ele iria contra tudo o que Norah Jones acreditava, contra seu estilo, contra os seus fãs já conquistados. Em suma, ela não seria autêntica.

O disco certamente daria lucro, mas era o álbum errado na hora errada, e poderia até ter destruído a carreira de Norah Jones. Ao abandonar a idéia desse álbum, ela foi atrás de um projeto de longo prazo, que consolidasse seu trabalho na linha que ela tinha escolhido. Dois anos depois, em 2004, que a cantora lançou “Feels Like Home” – com um estilo que é nitidamente dela. Se, lá atrás, Norah Jones tivesse saído do estúdio com um álbum que não era a cara dela, ela poderia ter perdido e nunca mais recuperado sua legião de fãs. Eles teriam achado – e com razão – que ela só estava querendo vender, pouco se importando se sua nova música estava soando falsa. Pouco se importando com seu público.

Talvez esta seja a melhor lição para toda e qualquer pessoa ou empresa que pretende conquistar o mercado: ser autêntico é a coisa mais importante do mundo. Veja bem: ser autêntico não significa necessariamente ser original. Significa escolher um caminho, uma identidade, e manter-se nele.

Mas, antes de ser fiel à sua essência, você deve descobrir que essência é a sua, afinal no bestseller Good To Great de Jim Collins, lembro que empresas bem sucedidas são aquelas que têm muita clareza sobre três aspectos:
  • Pelo que você é realmente apaixonado
  • No que você pode ser o melhor do mundo
  • O que guia o seu equilíbrio econômico e financeiro


Mais do que um intento ou objetivo a ser alcançado, isso deve ser um entendimento, uma profunda compreensão de quem você ou a sua empresa são.



28 março, 2011

Imaginação fértil traz benefícios para o trabalho?

Por Rodrigo Lobato.

Por que tantas pessoas visitam o Egito todo ano? Por que o trânsito aperta quando há um acidente em uma rodovia, mesmo que seja no sentido contrário?

Ora: tudo o que foge do comum é extraordinário e para alguns assusta. Mas a verdade é que, na maioria das vezes, não conseguimos despregar os olhos. Ficamos maravilhados com aquilo que é novo e diferente.

Alguma vez você deitou de ponta cabeça na cama e ficou olhando para o teto imaginando como seria sua vida ao contrário? Quando você assistiu ao filme do João e Maria, pensou na hipótese de ter uma casa feita de doces?

A imaginação fértil colabora para que uma pessoa pense de forma diferenciada, divertida e alternativa. E, a partir disso, canalize energia para sair de uma situação comum da qual já está acostumada.

Na carreira profissional não será diferente. Quando um problema surgir, a mente estará preparada para criar soluções das mais diversas, surreais ou não!

Mas não precisa viajar tanto como este menino do vídeo a seguir :P !

25 março, 2011

Problemas pessoais no ambiente de trabalho

Por Natacha Casado.

Seria uma maravilha se todos os dias tudo corresse bem e os famosos imprevistos dentro do nosso ambiente de trabalho não viessem à tona, mas eles acontecem de diversas maneiras, com todo mundo e, às vezes, compromete até a produtividade e o desempenho do profissional, refletindo na sua vida pessoal.


Muitas empresas, a exemplo de Johnson & Johnson, SAS, Bradesco, Nextel e Henkel, criaram programas de apoio aos funcionários para aju­dar àqueles que passam por problemas pessoais.


Se sua empresa ainda não aderiu aos programas de apoio ao funcionário, mas você tem uma boa abertura com seu chefe, não deixe de expor uma situação quando realmente for relevante e esteja te atrapalhando no trabalho. Deixar as coisas transparentes sempre foi o melhor caminho. Conte a ele da situação, converse e seja o mais franco possível.


E se o chefe não der espaço? Calma, ai o mais aconselhável é procurar a área de re­cursos humanos para fazer o meio de campo até ele.

24 março, 2011

Emprego ruim é tão negativo quanto o desemprego

Por Flaviana Souza

Tenho uma mania boa, acredito eu, de xeretar a Folha de São Paulo e o Estadão todo dia de manhã antes de fazer qualquer coisa. E na terça-feira da semana passada, 15 de março, saiu uma matéria muito interessante sobre um estudo australiano referente a ligação da qualidade do emprego com a saúde mental das pessoas. Eu queria escrever algo acerca do assunto, mas a matéria está tão completa que resolvi apenas transcreve-la para As Operárias. Espero que apreciem.

“SÃO PAULO - Um estudo australiano mostrou que ter um emprego ruim, que paga mal e tem pouco suporte, é tão negativo quanto ser desempregado. Os resultados foram obtidos a partir de uma pesquisa anual feita no país.
Ayrton Vignola/AE

De acordo com o estudo, para uma boa saúde mental não basta ter emprego, tem que gostar dele. Foram considerados os dados de pessoas de várias idades e a conclusão foi de que um bom emprego está associado a uma boa condição física e mental. Por isso, além de avaliar a diferença entre aqueles com empregos e os desempregados, os pesquisadores foram mais longe e observaram o quanto a qualidade do trabalho pode influenciar na qualidade de vida destas pessoas.
Aqueles quem tinham emprego, mas não se sentiam satisfeitos com ele demonstraram um declínio na saúde mental com o passar do tempo.

Para se ter uma ideia deste impacto, conseguir um emprego após um período parado melhora a saúde mental em 3 pontos, de acordo com uma escala desenvolvida na pesquisa. Já conseguir uma vaga considerada ruim se mostrou mais danoso do que permanecer desempregado, fazendo com que a houvesse uma perda de mais de 5 pontos na mesma escala.

Além dos benefícios próprios de alguém com um emprego, como o salário, trabalhar ajuda no convívio com outras pessoas ao conferir ao trabalhador um papel na sociedade. A construção de amizades e o aproveitamento do tempo com o trabalho também são considerados como benefícios que ajudam a manter uma boa saúde mental.”

22 março, 2011

Desenvolvimento da Liderança...

Por Prof. Menegatti

A maioria das pessoas não consegue reconhecer o valor da liderança. Acreditam que seja apenas para alguns, aqueles que estão no topo da escada empresarial. Não tem idéia das oportunidades que perdem quando não aprendem a liderar. Compreendi claramente essa questão quando um diretor de uma grande empresa compartilhou comigo, que apenas um pequeno grupo de colaboradores havia se inscrito em um curso sobre liderança oferecido pela empresa.

Por que?

Somente alguns pensavam em si como líderes. Se os demais soubessem que ter liderança é ter influência e que, no decorrer de cada dia, a maioria dos indivíduos normalmente tenta influenciar pelo menos quatro pessoas, talvez seu desejo de aprender mais sobre o assunto teria sido estimulado.

Quer aprender a ser uma influência positiva na vida das outras pessoas?

Cinco fatores entram em jogo:

• Quem sou: minha posição ou título.
• Onde estou: meu endereço ou meu emprego.
• Quem conheço: minha esfera de influência. Relacionamentos abrem portas para oportunidades.
• O que sei: minha especialidade. É o que mantém você em determinada posição mesmo depois que sua esfera de influência deixa de ser tão ampla.
• O que eu faço: minha capacidade de produzir, meu caráter e minha credibilidade.


Qual é a sua experiência?

Por um candidato à vaga de emprego na Volkswagen.


Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.

Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado,já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só. Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a lua virar sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.

E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
"Qual sua experiência?".
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: Experiência... Experiência... Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:

Experiência. Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?
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