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22 dezembro, 2010

A liderança de Jack Welch

Por Flaviana Souza


O artigo que foi publicado no dia 17 desse mês nas Operárias trouxe uma frase que leva à reflexão: “Não basta motivação para nos tornarmos pessoas melhores. Precisamos também de orientação”. Tá, se é preciso mais que motivação, quem pode dar essa orientação? Pensando no mundo empresarial, a orientação deve vir dos superiores, os chefes, os líderes, e é com outra frase que se inicia esse artigo.
“Se há alguma coisa pela qual gostaria de ser lembrado é por ter ajudado as pessoas a compreender que liderança é ajudar outras pessoas a crescer e  alcançar o sucesso. Ainda tenho muito que fazer” (Jack Welch). Jack Welch é um executivo americano formado em engenharia química, Ph.D. pela Universidade de Illinois e escritor de diversos livros sobre sucesso no mundo executivo e liderança. Aqui no Brasil pode-se acompanhar seu trabalho quinzenalmente na Revista Exame (muito interessante por sinal).
A motivação é formada por valores pessoais que fazem sentido, muitas vezes exclusivamente, para você. Depende de sentimentos, sensações e desejos abstratos que estão em seu íntimo. E como pode alguém de fora interferir e contribuir para o seu crescimento, para que sua motivação seja definida e resulte em frutos pessoais e empresariais?
Um líder deve sempre estar atento a sua equipe e aos primeiros sinais de desmotivação, deve agir de forma contundente para que não se chegue a um estágio que além de prejudicar as pessoas ao redor (equipe) pode acarretar o fracasso de qualquer estratégia empresarial e criar situações irreversíveis.
E de onde vem a falta de motivação? A melhor maneira de descobrir é indo direto a fonte, o desmotivado. O diálogo é um trunfo na mão de um líder. Saber ouvir é uma ação, acima de tudo, preventiva. A falta de motivação pode vir de problemas pessoais do funcionário; da falta de reconhecimento pelo trabalho executado; o baixo conhecimento dos objetivos da atividade; falta de perspectiva de progressão no futuro; uma má estruturação das ações a serem realizadas; e o mais agravante de todos, a falta de participação ativa dos superiores na cadeia hierárquica.
Motivo detectado é chegada a hora de agir. Se o problema for pessoal, deixe claro que o rendimento do funcionário está atrapalhando a equipe e o sucesso do projeto. Se for incerteza em relação aos objetivos, explique-os claramente até que todas as dúvidas sejam sanadas. Se for falha na estrutura do projeto, corra e resolva. Se o que desmotiva é o não reconhecimento do trabalho ou a falta de projeção futura, aplique ações motivacionais internas na empresa, com certeza essa medida irá eliminar o déficit desse funcionário e aumentar ainda mais o desempenho dos outros. E por fim, se o problema estiver na diretoria e você não fizer parte dela, faça com que o diagnóstico chegue o mais rápido possível aos superiores e busque de antemão sugerir soluções.
Conhecer quem é liderado, suas qualidades, seus defeitos, suas forças, fraquezas e motivá-lo é acima de tudo um dever do líder.

21 dezembro, 2010

Um por todos! Todos por um


Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou 29 bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda. Mas não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram. Como contar histórias para crianças num hospital, incentivar a solidariedade na empresa que lideramos e ajudar a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar, como fazer as pessoas rirem sem pedir nada em troca.

“Generosidade é a capacidade de compartilhar e proteger a vida. Podemos doar coisas materiais, mas também a amizade, o amor, a lealdade, um beijo, o ouvido para uma conversa”. Atitudes? Muito simples, como ser atencioso com o estranho que lhe pergunta? Onde fica aquela rua, ter paciência com o filho, relevar o mau humor do colega, reconhecer com um elogio um trabalho bem-feito ou fazer a gentileza de parar o carro para a moça cheia de sacolas para atravessar a rua, também é generosidade. E, indo além, doar dinheiro, tempo, trabalho e conhecimento, em um voluntariado ou no dia-a-dia, também. Não importa a ação – só aprender que “fazer o bem é bom e faz bem”.

Parece uma obviedade. Mas é só olhar ao redor para perceber que, apesar de tantas possibilidades que temos de fazer algo pelos outros, a generosidade é artigo em falta. Você tem medo de sair da fila do banco para preencher um papel e perder o lugar? Acha o ambiente profissional hostil, com os colegas sem disposição para trabalhar em equipe? Irrita-se com a falta de consideração das pessoas no trânsito, que não dão passagem nem para sair da garagem? Fica chateado se não vê seu esforço reconhecido? Provavelmente você tem outros exemplos de como a ausência da generosidade deixa a vida mais estressada. E talvez sinta que as coisas estão cada vez mais difíceis. Está certo: nem sempre foi assim.

20 dezembro, 2010

Você é o que você come

Uns concordam, outros discordam e alguns nem se deram o trabalho de pesquisar sobre o assunto.
Não. Se você comer Kibe todo dia, você não ficará com a pela esburacada. Nem vegetariano é amarelado porque come muita verdura! O buraco é (muito) mais embaixo.
Segundo Richard Wrangham, antropólogo da Universidade de Harvard, “Somos humanos porque cozinhamos nossos alimentos”. Ele defende que a base da evolução do Homo Sapiens é a descoberta do fogo.
Mas por que o fogo?
Simples. A partir deste momento foi possível cozinhar alimentos, tornando-os mais fáceis de serem mastigados, digeridos e, claro, menos infectados por bactérias.
Wrangham aproveita para destacar em seu livro “Pegando Fogo – Por Que Cozinhar Nos Tornou Humanos” as diferenças entre o chimpanzé e o ser humano, onde o primeiro possui duas vezes o tamanho da boca do segundo, estômago maior e cérebro menor. Para se ter uma idéia, a nossa caixa craniana tem 1400 cm³. Já a dos Chimpanzés, cerca de 400 cm³.
Deve ser exatamente por estas diferenças que o antropólogo afirma que a solução para a evolução da nossa espécie está na forma que nos alimentaremos.
Aqueles filmes utópicos onde os atores se alimentavam de pílulas energéticas está cada vez mais próximo. E hoje, para me garantir, vou almoçar em uma churrascaria.

17 dezembro, 2010

Toque de amigo

“Você é uma pessoa muito explosiva.” Que tal relaxar praticando uma atividade lúdica nas horas livres? É assim que se iremos descobrir o que hoje em dia pode ser uma das nossas maiores paixões. Sempre que puder, viaje, pratique exercícios, cante, dance, porque com esses hobbies, torna-se mais tranqüilo e você pode refletir no seu dia a dia profissional.

Essa transformação só acontece através da empresa que valoriza um processo fundamental para o aprimoramento dos funcionários: a avaliação. “Trata-se de uma ferramenta imprescindível para melhorar nosso desempenho, tanto no âmbito profissional como no pessoal”. E não é difícil entender por quê. Não basta motivação para nos tornarmos pessoas melhores. Precisamos também de orientação. Assim como na época das provas da escola, é necessário saber o que estamos fazendo de errado, para não repetir, e em que pontos estamos acertando, para nos aperfeiçoar ainda mais.

Claro que não é fácil. Chamar um colega para conversar e apontar seus defeitos implica vencer uma pesada inércia. Muito mais confortável é evitar esse momento, sujeito a constrangimentos e discussões. Mas empurrar os incômodos para debaixo do tapete – ou, pior, fazer as críticas só pelas costas – é que traz grandes problemas, que no fim afetam toda a equipe.

16 dezembro, 2010

Qual é o seu Plano A?

Por Flaviana Souza

Olá, está será a minha primeira publicação no blog e acredito que seja interessante começar contando como o tema motivação entrou em minha vida.

Quando fui convidada para fazer parte da equipe do blog me perguntei “será que vou dar conta?”. Até porque falar comigo sobre motivação a um tempo atrás, acreditem, seria impossível. Nada me motivava. Tudo parecia sem sentido, sem um porquê, mesmo lendo artigos sobre o assunto, estudando cases, acompanhando o mercado, principalmente no setor empresarial. Mas, saibam vocês, na vida há sempre um “mas” e dois episódios importantes aconteceram e alteraram minhas convicções.

Um dia cheguei mais cedo em casa e liguei a televisão, na Globo, horário da novela Tititi, que eu nem assisto, mas esse capítulo resolvi assistir. Havia uma cena de casamento. E eu sonho em me casar, vestida noiva, construir família, filhos etc. Não sei dizer os nomes dos personagens; como disse, não acompanho diariamente a novela. Só sei que a noiva vestia-se lindamente e chorava muito ao lado da mãe, porque temia que o noivo fugisse ao compromisso e não aparecesse na igreja.

A mãe, então, interpretada pela maravilhosa Cristiane Torloni, perguntou à filha:

-- E se ele não aparecer, o que você vai fazer?

-- Não sei!Minha vida não terá sentido sem ele, não sei viver sem ele.

A mãe foi de uma sabedoria impressionante. Sua resposta atingiu-me de tal forma que acho que foram as palavras mais significativas que já ouvi até hoje:

--Você tem que ter e ser seu plano A. É preciso que você se sinta completa para depois ter alguém do seu lado. Esse alguém deve acrescentar algo a sua vida e não te completar. Um casamento faz parte do plano B. Você não pode nunca deixar que sua vida só tenha sentido se vivida a dois.

Nesse momento percebi que meu plano A nunca existiu. Nenhum objetivo concreto para minha vida tinha sido traçado. Essa cena, enfim, deu uma reviravolta na minha vida e hoje, mesmo não tendo passado muito tempo, sei do que preciso, onde preciso chegar para ser completa. Essa nova meta me tornou motivada. Luto sem cansaço para conquistar todos meus concretos objetivos, aqueles que, por certo, me tornarão uma pessoa melhor.

Isso aconteceu em meio a um turbilhão que eu enfrentava com meu Trabalho de Conclusão de Curso, o temível TCC, que apresentamos na última quinta–feira. O ano foi de muito sacrifício, muito trabalho, muitos problemas, muitas enxaquecas e discussões. O meu grupo viveu um drama muito grande que o meu conhecimento em gestão de pessoas não podia resolver, afinal trabalhar e gerenciar pessoas não depende apenas de um gestor, mas do grau de envolvimento e flexibilidade do “gestoriado”. Enfim, resumindo, faltou-nos o apoio de dois integrantes do grupo, que acabaram desligados, mas o trabalho que era para ser repleto de divisões de tarefas terminou acumulado nas mãos de poucos. Não só demos conta do recado (o que até nossos orientadores consideravam ser muito difícil ou quase impossível) como apresentamos um dos melhores projetos da turma e o mais gratificante- conseguimos vender o projeto para o cliente.

Cheguei à conclusão, e acredito que vocês também chegarão, que, quando compreendemos que a coisa mais importante no mundo somos nós mesmos e que o sucesso para alcançarmos nossos objetivos depende exclusivamente de nós, tudo fica mais fácil e mais prazeroso. Mas essa maturidade só vem se conseguirmos ter e ser nosso Plano A!

15 dezembro, 2010

A base de tudo é o bom e velho relacionamento...

Uma pesquisa realizada com dois mil empresários, pedia para que eles lembrassem o motivo que os levou a demitir os três últimos funcionários. A pesquisa mostrou que, em dois dos três casos, os funcionários perderam o emprego porque não conseguiam conviver com os colegas de trabalho.

Isso vem acontecendo todos os dias em muitas organizações que eu conheço. Por isso, fiquei pensando em alguma estratégia para ajudar a melhorar essa realidade. Um dia quando li estas frases pensei: “É isso!” Essas dicas podem ser afixadas nos murais das empresas ou serem trabalhadas exaustivamente pelo pessoal de treinamento como um “manual” de boas-maneiras. São elas:

1. Se você tiver um problema comigo, procure-me (em particular).
2. Se eu tiver um problema com você, o procurarei (em particular).
3. Se alguém tem um problema comigo, mas procura você, mande-o conversar comigo (farei a mesma coisa, se for preciso).
4. Se a pessoa se recusa a me procurar, diga a ela: “vamos juntos procurá-lo. Tenho certeza de que nos atenderá e resolveremos o problema” (farei a mesma coisa, se for precisa).
5. Tome cuidado como me interpreta, é assim que prefiro fazer também. Em assuntos não esclarecidos, não se sinta induzido a interpretar meus sentimentos ou pensamentos. O risco de cometer um erro na hora de interpretar as intenções e grande.
6. Também tomarei cuidado com a maneira como interpreto você.
7. Se alguma coisa é confidencial, não conte. Se você ou qualquer outra pessoa me procura em particular, confiando em mim, não contarei a ninguém a não ser que: a) A pessoa corra risco de se ferir; b) Corra risco de ferir outras pessoas. Espero o mesmo de você.
8. Não leio cartas ou bilhetes sem assinatura.
9. Não manipulo ninguém, nem serei manipulado, não permita que o manipulem, nem que tentem manipular-me através de você.
10. Estando em dúvida sobre alguma coisa, manifeste-se. Se eu puder dar a resposta sem deturpar nenhum fato e quebrar a confiança de alguém, eu o farei.



Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

14 dezembro, 2010

No Topo

Está naquela categoria de coisas que nos repelem e atraem ao mesmo tempo: justamente porque dão medo, são irresistíveis. Ou o que mais, além do impulso da aventura, faria alguém em sã consciência inventar de subir no ponto mais destacado da paisagem? Lugares altos exercem fascínio na gente desde sempre: crianças escalam móveis e se debruçam em janelas, homens arriscam a vida em explorações de montanhas e invenções para tomar o céu, sociedades constroem monumentos gigantes para mostrar sua importância.

Deve ser porque de lá a vista vai mais longe do que jamais conseguiríamos da nossa perspectiva diminuta. E alcançar o topo, ponto privilegiado aonde poucos se arriscam a chegar, nos faz poderosos: temporariamente, somos donos secretos daquele mundo que se descortina à frente.

E o engraçado é que, seja na escalada do Everest, seja no mirante da estrada, tudo se passa em poucos minutos. Porque essa é outra curiosidade a respeito dos lugares altos – levamos mais tempo subindo do que apreciando. Lembro-me de morros em que me arrastei nos últimos passos, árvores que desbravei até o último galho frouxo, paredes que escalei até não sentir mais os braços, os degraus intermináveis de pontos turísticos.

A chegada é um alívio do tamanho da conquista. Depois de algumas respiradas fundas, talvez umas fotos, um olhar em 360 graus, quero logo descer. Qualquer pessoa com bom-senso perguntaria: mas tanto esforço só pra isso? Provavelmente, essa é uma pessoa com medo de altura. Porque, o mais importante sobre os lugares altos, quem sobe sabe: não é necessariamente a vista que eles nos proporcionam, mas a sensação de que somos capazes de chegar lá.

13 dezembro, 2010

O que você pode conseguir este ano?

O que você acha que pode conseguir este ano? Faça o seu alvo e persiga-o.

Isto é o que a maioria das pessoas e empresas fazem. "Nossa meta é de 30", dizem eles, e eles ficam muito animados quando atingem 29. Ou super animado quando batem 31.


O problema do mundo é que a vida é sobre como gerenciar as expectativas, a pergunta é: você quer ser aclamado como um gênio ou você quer realmente avançar alguma coisa no mundo?

Você pode se sentir feliz e tomar medidas com objetivos realizáveis, mas o progresso e a inovação só acontecem com metas irrealistas. É a empresários e inovadores no mundo que sempre definem metas irrealistas. "Nós estamos indo bater 100", dizem eles, e são realmente decepcionados quando só atingem 80.


Qualquer grande líder e inspirador, sim, grande parte deles provavelmente nunca conseguiram o previsto. E a maioria deles também, provavelmente, mais do que ninguém pensavam ser possível.

Metas realistas lhe darão a sensação de que você tenha feito algo de extraordinário, mas apenas metas irrealistas vão garantir o que você realmente faz.

10 dezembro, 2010

Como ter uma revolução

Nós não vivemos mais em tempos de revoluções violentas. Nos dias atuais, elas fazem mais mal do que bem. Mas isso não significa que não precisamos de revoluções. A maneira de fazer um impacto hoje não é mais para ameaçar as pessoas, mas para cuidar delas. Para mostrar-lhes uma alternativa, inspirar e motivá-las.

Todos os revolucionários são pensadores independentes. Todos os revolucionários imaginam um mundo diferente daquele em que vivemos hoje. Mas os revolucionários de hoje, a maioria não jogam mais coquetéis molotov a 5 metros de distância de uma reunião do G-8, os revolucionários de hoje são convidados a falar em reuniões do G-8, revolucionários de hoje não usam mais camisetas do Che Guevara, eles usam sapatos Prada.


Os revolucionários de hoje são jovens líderes de opiniões, que são convidados a serem políticos e conselheiros. Revolucionários de hoje são empreendedores que começam negócios para construir um futuro melhor, não apenas uma conta de banco maior.


Revolucionários de hoje não são pressionados para fazer os resultados trimestrais, são levados a construir uma forte empresa e se preocupam com aqueles que investiram em suas causas e em seus negócios.


Na sociedade de hoje, não há necessidade de atirar pedras para afetar a mudança. Mas sim mudar...


A única questão é você está inspirando para a mudança?

09 dezembro, 2010

Às vezes um NÃO pode ser a melhor coisa na sua vida – você escolhe

Por Thaís Duarte

Muitas vezes nos deparamos com situações da vida que são difíceis de lidar. Uma resposta negativa nunca é fácil de aceitar, ainda mais quando se está acostumado à determinada situação. Bem... Talvez acostumado não seja a palavra ideal, e sim acomodado.
Quando um funcionário, colega de grupo estudantil ou até mesmo um amigo não produz mais, não tem iniciativa ou prazer no que faz, um NÃO pode ser a melhor coisa a lhe acontecer na vida!
Esta zona de conforto em que estão sem dúvida não é nada confortável para os colegas que tentam ajudar. Mas somente quando o NÃO surge é que estas pessoas se deparam com a realidade e descobrem que o fato é que o mundo gira e muitas vezes aqueles que pareciam ser mais espertos, acabam ficando atrás dos que são mais competentes ou simplesmente dedicados.
E é por essa realidade existir que muitas vezes o NÃO é necessário. Ao ouvir um NÃO, é preciso tirar os proveitos que ele traz consigo. Pode ser um clichê, mas tudo na vida carrega uma lição. O que é o correto? Passar a mão na cabeça, fazer pelos outros ou mostrar que cada um tem que ser responsável por seus atos e trabalhos? Entregar pronto ou ensinar a fazer?
O NÃO, não deve ser visto como uma repreensão, mas como uma mão estendida, pronta para mostrar o caminho correto a seguir.
Dar oportunidade para outro evoluir e aprender com seu próprio erro ou sua própria abstenção, é um dos benefícios que o NÃO acarreta.
O NÂO, não é apenas uma passagem para a maturidade, mas também uma nova chance de fazer correto, de fazer funcionar! Quem recebeu um NÂO sem dúvida aprenderá mais. Saber aceitar esta resposta negativa é sinal de sabedoria e equilíbrio.
O NÂO na é realidade um SIM... Ao conhecimento, à evolução, ao aprendizado e ao crescimento interior!

08 dezembro, 2010

Ganhe vantagem competitiva sendo ÉTICO!

O que devo fazer quando o caixa de alguma loja me dá um troco maior do que o devido? O que devo dizer quando uma mentira conveniente pode ajudar a disfarçar um erro que cometido? Até onde posso ir nas promessas que fazemos para conquistar um cliente?

Felizmente há uma demanda cada vez maior por uma postura ética no mundo dos negócios!

As pessoas dizem que almejam a integridade. Ironicamente, ao mesmo tempo, estudos indicam que a maioria delas nem sempre age de acordo com o tipo de integridade que exigem das outras.

Entre os estudantes universitários, 84% acreditam estar passando por uma crise no mundo dos negócios, e 77% acham que os mais altos executivos das empresas devem ser responsabilizados por este problema.

Contudo, 59% dos mesmos estudantes admitem ter colado em provas. No ambiente de trabalho, 43% das pessoas admitem ter se envolvido em pelo menos uma situação antiética, e 75% já assistiram a algo assim sem fazer nada a respeito.

Você sabe por que as 500 maiores empresas da revista Fortune pagam salários enormes aos seus principais executivos?

Porque elas sabem que mais importante que a capacidade de liderar de um homem, é o caráter do líder que faz a diferença!


Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

07 dezembro, 2010

Marcas apostam em “atos de gentileza aleatórios”

Recentemente o trendwatching divulgou uma lista com as 11 tendências cruciais sobre consumidores para 2011. Uma das premissas do report aponta que a melhor maneira de uma marca investir o seu dinheiro no próximo ano é apostar em atos de gentileza aleatórios.

Para a marca, uma séria e sincera ação de “R.A.K.” (Random Acts of Kindness) pode não fazer com que ela pareça algo menos artificial ou inflexível, mas pode criar a imagem de carismática e compassiva.

Uma dessas iniciativas que foi precursora da tendência é o bem comentado projeto “Pepsi Refresh Everything”, no qual a Pepsi incentiva as pessoas a enviarem idéias que de alguma maneira sejam positivas para temas como saúde, artes/cultura, alimentação/moradia, o planeta, comunidade ou educação.

As idéias selecionadas entraram para votação popular, e as mais votadas são financiadas pela Pepsi, dependendo do tamanho do projeto ou do impacto. É a forma mais direta que a marca encontrou de contribuir diretamente para o seu público.

A atualização e visualização constante de redes sociais por parte dos consumidores pode ser um facilitador para o ato de “falar bem” da marca. Ao colocar no facebook que acabou de ter uma surpresa positiva proporcionada por tal marca, a pessoa divulga a ação instantaneamente para todos os seus amigos – e possíveis consumidores em potencial.

As atitudes como essas são inovadoras, porque são inesperadas. Afinal, as pessoas engajadas nesse tipo de iniciativa não estão acostumadas a receber incentivo ou aproximação de uma marca global. Mas elas precisam perceber que a ação é realmente sincera, e não algo forçado. Uma barreira que, se ultrapassada, garante à marca não só consumidores, mas defensores e admiradores.

06 dezembro, 2010

Tecnologia: Você é do tipo que aceita ou rechaça?

Olho biônico com retina artificial está pronto para ser implantado
Estava assistindo ao Discovery Channel este fim de semana e me deparei com um fato que achei interessante trazer para vocês: Cientistas trabalham para melhorar a interação pessoa x máquina.

Muitos de vocês devem ter assistido ao clássico “Exterminador do Futuro”.  [Para quem não assistiu e nem sabe o que é, clique aqui]. E muitos de vocês já devem ter ouvido falar que nosso cérebro trabalha com apenas uma pequena parcela da sua capacidade.

Pois é, estes pesquisadores acreditam que a máquina preencherá este “gap” em nossa inteligência.

Como?

Exemplo 1: Imagina que você instale uma tecnologia na retina  de seu olho que torne possível a aplicação de ZOOM na sua própria visão. É o fim das propagandas enganosas que aplicam aquele texto minúsculo no fim do anúncio, contradizendo toda a propaganda. Bom, olho biônico já existe! Veja aqui.

Exemplo 2: Você não sabe cozinhar Camarão à Moranga? Não tem problema! Faça o download deste conhecimento por apenas 2 reais!

Tudo bem. Muito utópico.  Mas se fosse verdade, você viria com bons olhos?

03 dezembro, 2010

Incentivos de longo prazo: retendo seus talentos

Por Tommaso Russo

Muitas vezes, um pequeno e médio negócio se defronta com o seguinte dilema: o risco da perda de funcionários-chave para o mercado.

Entendemos que o funcionário-chave é aquele que muitas vezes acompanhou o fundador nos primeiros passos do negócio. Nessa posição privilegiada, acumulou conhecimentos sobre os produtos da empresa, especializou-se, fez cursos e ajudou a viabilização operacional do negócio. Tornou-se assim imprescindível para o crescimento do negócio e muito valorizado pelo mercado.

O empresário, por questão de gratidão ou por não conseguir cobrir as ofertas do mercado, acaba optando em oferecer sociedade a esse colaborador, normalmente sem aporte de capital. Com isso, tenta retê-lo com as perspectivas de altos ganhos no futuro, na medida em que a empresa cresce e se valoriza.

Os incentivos de longo prazo

São viáveis, entretanto, mecanismos através dos quais a intenção inicial de apostar em ganhos futuros, que reflitam o crescimento da empresa, sirva como fator de retenção das pessoas-chave, sem que o empresário tenha que abrir parte do controle da empresa.

Um dos exemplos é prática semelhante às políticas de Opção de Ações (Stock Options). Trata-se de conceder a uma pessoa o direito de comprar um ativo da empresa no futuro a valores do presente. Se a empresa se valorizar nesse período, o valor do ativo no futuro será maior que o valor atual. A diferença (valorização do ativo) é o ganho auferido pelo recebedor quando vender esse ativo no mercado do futuro.

No modelo clássico das Opções de Ações, esse ativo consiste em ações da empresa (se for de capital aberto).

No caso de pequenas e médias empresas de capital fechado, são criadas “ações”, que representam uma parte do seu lucro anual. Por exemplo, 1 “ação” corresponde a 0,1% do lucro da empresa. Suponhamos que o lucro atual da empresa é de 100.000, sendo, portanto, o valor da “ação” igual a 100 na data de hoje.

Fazemos um trato com nosso funcionário-chave. A empresa “vende” a ele 1 “ação” (representando 0,1% do lucro - que hoje vale 100). Dentro de um período pré-determinado (digamos 2 anos), a empresa “comprará” de volta a “ação” a valores de futuro (0,1% do lucro futuro). Se daqui a 2 anos, o lucro da empresa for de 150.000, os 0,1% valerão 150. A diferença de 50 (150 – 100) é o ganho do funcionário.

Evidentemente, a retenção do funcionário-chave se dá pela concessão das “ações” todos os anos. Haverá sempre um estoque de “ações” a serem realizadas no futuro.

(Artigo retirado do blog cairegestaoempresarial.blogspot.com).

01 dezembro, 2010

Profissões de futuro


Um estudo mostra que cerca de 80% das profissões desaparecerão nos próximos dez a vinte anos, mas novas oportunidades surgirão. O que as pessoas precisam entender é que as coisas não serão mais como eram antes.
Além disso, existe uma dúvida grande sobre o tipo de formação que o mercado exigirá: se generalista ou superespecialista.

Veja algumas das profissões do futuro publicadas por uma revista americana:

• Administrador de Comunidades Virtuais
• Gestor de Segurança na Internet
• Designer e planejador de Games
• Gestor de grandes cidades
• Oficial de Ética para combater a corrupção
• Atores e escritores virtuais para atuarem em filmes e fotonovelas veiculados apenas na Internet.

É difícil saber o futuro das profissões em um mundo em constantes mudanças. No futuro, haverá oportunidades somente para profissionais com capacidade de expressar e aplicar seu conhecimento, competências e habilidades de muitas maneiras.


Novidades em treinamento:

Há um tempo atrás os esportes radicais ganharam espaço nos treinamentos e o espírito de equipe era fundamental para conseguir descer as corredeiras em botes infláveis. Depois a moda era levar equipes para os campos de golfe. Um lugar perfeito para treinar a concentração e o foco.
Agora a novidade em treinamentos é uma atividade que desperta sentimentos positivos para o trabalho corporativo, a gastronomia. Uma cozinha profissional exige organização, planejamento e hierarquia para que os pratos cheguem perfeitos a mesa dos clientes. Nos treinamentos, as equipes preparam um prato em clima de competição, mas tudo termina num bom jantar. É sem dúvida uma maneira gostosa de interagir e treinar equipes.

Atividades desenvolvidas na cozinha que auxiliam o trabalho corporativo:

- Planejamento
- Delegar funções
- Aprender a seguir regras e hierarquia
- Tomada de decisões
- Administrar o tempo
- Comunicação
- Planejamento Estratégico.


Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br
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