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29 outubro, 2010

É rápido. É sobre percepção. É o nosso papel.

É o caminho do profissional.

Este texto chegou a mim através de um folheto de programação do "11º Congresso FACESP" encontrado pelo colaborador Paulo Rodrigues. Achei sensacional e me senti na obrigação de publicá-lo.


As  oportunidades que surgem diariamente
em nossas vidas nunca serão aproveitadas se não
mudarmos o ângulo de percepção
e não nos prepararmos para elas.

A rapidez das mudanças e a necessidade
de atualização exigem um desenvolvimento
pessoal e profissional constante.

Sucesso e dinheiro não são os únicos sinais de uma vida
bem sucedida e do alcance da excelência profissional.
A construção de um relacionamento com
outras pessoas é a base de uma vida de sucesso.

O caminho para a excelência é longo e não
acaba quando você chega ao ápice da profissão, se
aposenta ou atinge o estagio da maturidade.
È uma jornada que não termina nunca, afinal, não
existe nada que você não possa aprender até o fim da
vida, que por si só, já é um aprendizado constante.

Estamos aqui para cumprir o nosso papel e sermos
pessoas e profissionais melhores a cada dia. 

28 outubro, 2010

A liberdade de escolha é o espelho da democracia...



Texto elaborado por Flávio Rezende, Diretor Nacional de Mídia - DPZ Propaganda

A história tem nos contado da importância da diversidade, da pluralidade, da convivência em sociedade, dos sonhos individuais que fazem o melhor do conjunto, da importância de times, segmentos e do NÓS em vez do EU.
A centralização vem através do EU, do irmão mais velho de Deus, aquele que se julga imortal, único, benfeitor da humanidade, aquele que deplora o nós, executa o não, maldiz a opinião oprimindo a voz. 
A centralização é sedutora, maquiavélica, na maioria das vezes rasa e eloqüente, mentirosa, agressiva, intolerante, burra. Mas determinada. A centralização tem tentáculos, uma formação quadrilheira com olhos no botim. Ela é pequena diante dos problemas da sociedade mas seu apetite do irregular é enorme, rouba um pouco dos ricos e empobrece cada vez mais o pobre, relega ao desalento as crianças com isso destruindo gerações.Tudo em nome do eu sou, eu quero, eu mando, eu destruo, só eu sou eu.
A centralização não trabalha, nunca fez um esforço, é obscura no conhecimento e oportunista nas ações, só chora quando brinda a embriaguez do poder, e, como brinda, só afaga quando o seu conforto e benesses estão garantidos. Ela tem a estratégia da destruição, já acabou com povos, raças e nações, é sorrateira como um parasita. Destrói sem que se perceba. Ela nasce com políticas assistencialistas, com corporativismo e com alianças imperiais.O sonho do Eu é se perpetuar no comando e olhar de longe a Democracia. Afastar a liberdade e calar a esperança.

26 outubro, 2010

I - Aprendendo com gigantes

Inovação...

Ralph Lauren inovou criando uma vitrine interativa que permite comprar suas roupas da rua. O cliente escolhe os produtos projetados no vidro, passa o cartão de crédito num dispositivo especial, e pode retirar a compra na hora ou receber o que comprou em casa.
Ele foi inteligente o bastante para desenvolver algo que trabalha com o impulso de comprar das pessoas. É interessante saber que teremos no futuro nossas lojas disponíveis 24 horas por dia. Essa máquina, com certeza, irá substituir os maus vendedores...


Estratégia...
Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, enviaram milhares de homens e mulheres para as frentes de combate. A Coca-Cola acompanhou esses combatentes. Woodruff, o atual presidente, determinou que o produto fosse vendido a US$ 0,05 para todo soldado norte-americano onde quer que estivesse, em qualquer parte do mundo, não importando o quanto isso custaria à empresa. Durante a guerra os europeus experimentaram a bebida. Quando a paz voltou a reinar, a Coca-Cola já tinha muitos negócios pelo mundo.
Algumas décadas depois, veja o que a estratégia de Woodruff conquistou:
• Suas vendas cresceram de nove copos por dia em 1886 para 1,3 bilhão de copos/dia em 2006.
• Mais de 900 milhões de garrafas do refrigerante são vendidas diariamente em mais de 200 países.
• Somente nos Estados Unidos são vendidas cerca de 40 mil latinhas e garrafas de Coca-Cola por segundo.

Persistência
Ao longo dos seus mais de 60 anos de história, a LEGO já produziu mais de 320 bilhões de peças, o equivalente a 52 peças por habitante do planeta, mas nem sempre foi tão fantástico assim. Levou 10 anos de muito trabalho e um começo difícil para o carpinteiro Olé Kirk criar, além das peças de madeira, as famosas peças de plástico em formato de tijolo, que se encaixavam e formavam figuras. Nessa mesma época um incêndio destrói a fábrica. Mesmo assim, Olé não se deixa abater. Passado o choque e alguns anos depois, a empresa estava crescendo rapidamente. Com seus brinquedos sendo vendidos em diversos países da Europa, a empresa sofre mais uma baixa: outro incêndio destrói o galpão onde era feita a fabricação e estocagem dos brinquedos de madeira. A empresa resolve então se dedicar somente à produção de brinquedos de plástico. A partir deste episódio, o sucesso das tais pecinhas não parou mais, cresceu rapidamente, introduzindo no mercado uma enorme e criativa linha de brinquedos que se tornaram um verdadeiro sucesso no mundo inteiro.


Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

20 outubro, 2010

Aproximando pessoas à marca


Com o dinamismo da Web, as pessoas vêm descobrindo outro significado para a expressão ‘boca a boca’. Atualmente, algumas empresas vêm tentando utilizar mídias sociais para melhor conhecer seus clientes, compreender o que falam sobre suas marcas e, através destes itens, alavancarem vendas.
Mas qual o real poder desta aproximação para gerar uma efetiva divulgação de iniciativas positivas e interessantes em meio a um caos de informação, spams e opiniões divergentes?
Os canais são os mais diversos (YouTube, Twitter, Facebook, Orkut, SlideShare, Flickr...) e as possibilidades inúmeras (marketing de guerrilha, divulgações virais, mobilizações).
Mas como se sobressair? Quais estratégias utilizar?
As empresas decidiram que não querem ser apenas mais uma ‘gritando’ e não sendo ‘ouvida’. As empresas buscam em redes sociais uma aproximação, sugestão e colaboração dos seus consumidores. Mais do que comunicar, elas querem se relacionar.
Sabemos que este não é um processo simples. Depende de dedicação e de envolvimento. Certamente erramos muito e alguns podem dizer que estamos nos arriscando. Entretanto, por outro lado, estamos seguindo nosso instinto pela Inovação Aberta, pela vontade de se relacionar e de aprender com o consumidor.
O Battle of Concepts (Batalha de Conceitos) é uma rede de inovação aberta exclusiva para universitários e jovens com até 30 anos, onde as companhias promovem competições de idéias e premiam os autores das melhores propostas. Criado há oito meses, o portal lançou seis batalhas até a presente data e ofereceu R$ 75 mil em prêmios. Entre as participantes estão Whirlpool, Philips e Tecnisa.
Tranqüilamente este é um processo de relacionamento poderoso, com potencial de transformação de empresas e até setores.
Para mais informações, acesse o site http://www.battleofconcepts.com.br/

18 outubro, 2010

Escolhendo uma equipe campeã...

Esse Phill Jackson, treinador do Chicago Bulls, sabia como ninguém alocar pessoas certas nos lugares certos. Nos bons tempos ele destacava seus valores da seguinte forma: Michael Jordan marcava cerca de trinta pontos por jogo, liderava e inspirava seus companheiros; Denis Rodman, conseguiu a façanha de pegar vinte rebotes num jogo e confundir os adversários; Scottie Pippen era excelente na defesa; Luke, Longley bom marcador e Ron Harper armava jogadas para Michael arremessar e fazer. Ah tinha o sexto jogador, que ficava no banco incentivando todo o time.
Bill Hybels, um especialista em formar líderes, dá a fórmula ideal para ser aplicada na construção de uma equipe campeã. Que são os 3C´s:

1. Caráter: que gera confiança. Intrínseco a esta característica encontramos e evidenciamos a honestidade, humildade, confiabilidade, ética e até mesmo a demonstração de entusiasmo em servir ao grupo. O caráter, segundo Hybels é mais importante que a competência, pois um lapso de caráter causa problemas com extensas conseqüências, ao passo que um lapso de competência pode ser aceito.


2. Competência: procure membros que tenham o mais alto nível de competência. Segundo Peter Drucker, as pessoas ideais para formar sua equipe não estão descontentes e nem desempregadas, ao contrário, estão delirante de felicidade e contribuindo para estabelecer recordes em algum lugar, além de adorarem o ambiente em que trabalham. Portanto, diz Drucker: vá atrás dessas pessoas, busque pela competência comprovada.


3. Combinação: hoje em dia encontramos nas empresas muita dificuldade de convivência, comunicação e insubordinação. O resultado disso é que 87% das demissões são geradas por deficiência nas relações interpessoais e não por incapacidade técnica. Os novos membros devem e precisam manter um relacionamento apropriado com a liderança e com os demais membros da equipe. A maior parte do tempo é passada com pessoas, por isso a necessidade delas apresentarem uma combinação no relacionamento interpessoal.

Nada como formar uma equipe campeã, onde as pessoas certas ocupam lugares certos, usam seu potencial e decolam para o sucesso.

Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

14 outubro, 2010

Muitas opções, escolhas frustradas.

Por Thaís Duarte

Em entrevista à Super Interessante, a professora de negócios da Universidade Columbia, Sheena Iyengar, afirma que, quanto mais opções têm-se, menos se consegue escolher.

Com base em seus estudos, diante de uma variedade extensa de produtos, serviços ou decisões que tenham múltiplas formas de resolução, mais sobrecarregado é o processo de escolha do ser humano, fazendo com que, em diversos casos, a decisão venha acompanha por frustração.

Esta diversidade extrema pode ser prejudicial até para estabelecimentos comercias – “Fiz um estudo em um mercado nos EUA com potes de maionese, alternei duas mostras na estante: uma com 6 sabores e outra com 24. Dos clientes que passaram pelos potes, 60% foram atraídos pelo grupo maior. Outros 40%, pelo grupo menor. Mas apenas 3% dos clientes compraram um pote de maionese quando havia 24 sabores. Quando havia 6 sabores, 30% fizeram a compra.” diz Iyengar. Com base nesta afirmação, pode-se concluir que, a multiplicidade é encantadora, contudo compromete a decisão de compra; e isso não se aplica somente a produtos, mas também a situações da vida como a escolha de um parceiro, por exemplo.

Para que o processo de escolha se torne mais natural, é necessário ter uma estratégia, e simplificar as decisões. Defina o que é realmente importante a se escolher, como o plano de estudo, carreira e investimentos.

08 outubro, 2010

Se fosse possível voar (literalmente)

Estive pensando sobre tirar os pés do chão para sempre.
Eu sempre achei que voar me faria mais feliz.  Sentiria o vento bater forte em minha cara, não teria contato com nada sólido, veria o mundo de outra perspectiva...

Estive pensando sobre como seria se eu fosse uma ave.
E se eu caísse em comodismo? Será que eu me entediaria e desejaria ser um humano que vive com os pés no chão?

Estive pensando sobre ser feliz.
Raramente estamos 100% contentes. Certo?
Você pode ter tudo e não ter nada. 

Felicidade tem vários significados.

Na minha opinião, ser feliz é viver e conviver dentro de suas condições e limitações de forma leve e descontraída. É simplificar e descomplicar. É aceitar que as pessoas têm diferentes realidades e nem por isso serão menos contentes que você. É entender que cada um tem um jeito peculiar, uma mania estranha e um ponto diferenciado. É, também, aceitar que ninguém é bom o suficiente para não ter pensamentos negativos.

E para você? O que é felicidade?

( Gostaria mesmo de ler o que vocês acham que significa felicidade)
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