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10 setembro, 2010

O resultado de sua decisão é uma incógnita

Peço, por favor, que assista o vídeo a seguir até o fim...




E aí, meu amigo? Cortaria ou não cortaria?

(...) Pense bem e continue a leitura...


Essa foi a pergunta feita pelo Professor Carlos Julio em uma palestra sensacional que tive o prazer de presenciar!

Quase todo auditório, diante da pergunta, ficou mudo - e eu fui um deles. Não sabia o que responder. E, para ser sincero, acredito que parte dos 10% que levantaram a mão também não.

Cortar a corda te daria a certeza de que seu pai morreria, mas isso não significa que você e sua irmã seriam salvos (apesar de as chances aumentarem). Não cortá-la, entretanto, reduziria a esperança de salvamento à quase zero. Bom, pelo menos você não precisaria viver o resto da vida com o peso na consciência pela morte do pai.

É muito fácil te perguntarem qual decisão tomaria, sendo que você não precisa se submeter às consequências dela. Mas na hora do "vamo vê", cortar a corda e matar o seu pai, ainda que à pedido dele,  para ainda assim continuar correndo risco de vida, é uma decisão impossível de prever. O mesmo sistema funciona na prática em nossa vida. Em diversos momentos temos que fazer escolhas, e mesmo que elas sejam estatisticamente mais propícias a darem certo, não quer dizer que serão a melhor opção.

Amigo, comente:

Cortaria ou não cortaria?
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