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08 setembro, 2010

Como não firmar uma parceria

Tudo muda, até a bermuda.


Sempre fiquei filosofando comigo mesmo sobre a engenhosidade desta frase.


À primeira mão parece que o único objetivo é rimar (e olha que hoje não vou nem entrar no mérito da expressão “Tudo passa, até uva passa.”). Entretanto, entre um café e outro, pensei que talvez representasse que trocamos de bermuda (seja no tamanho, estilo, cor ou por higiene) na mesma proporção que qualquer outra coisa.


Assim como acontece com a comunicação (rádio, TV, telefone, internet), roupas, cortes de cabelo, meios de transporte, carros, pessoas, etc; as empresas mudam. Hoje se preza muito a simplicidade e a simpatia. Já vemos chefes se relacionando com estagiários! Imagine uma Empresa daqui há 20 anos com um CEO egomaster, que é grosso com toda a equipe e só fecha parcerias que beneficiem, acima de tudo, a si próprio.

Pardon.


Cada vez mais as Empresas buscam anular a concorrência, firmando parcerias para que cresçam juntas, ao invés de ficarem se matando em um oceano vermelho. Um exemplo muito forte disto é a parceria que a Telefônica fez com a TVA.


Aqueles antiquados que sentam na mesa de reunião procurando se beneficiar somente, com um nariz empinado e a mão entre as pernas, vão cansar de ver as empresas amistosas (concorrentes ou não) ultrapassarem à mil por hora. Para o nariz arriba só restará a poeira para respirar.


Ao sentarem-se em uma mesa de reuniões para buscar uma possível parceria, lembrem-se: os dois devem crescer juntos e em proporções similares. Não seja rude com as empresas menores, você pode se surpreender no futuro!

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