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29 setembro, 2010

Escolhas

[Autor Desconhecido]
Numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto.
Cada vez que fazia prisioneiros, não os matava, levava-os a uma sala, que tinha um grupo de arqueiros em um canto e uma imensa porta de ferro do outro, na qual haviam gravadas figuras de caveiras.
Nesta sala ele os fazia ficar em círculo, e então dizia:
- Vocês podem escolher morrer flechados por meus arqueiros, ou passarem por aquela porta e por mim lá serem trancados.
Todos os que por ali passaram, escolhiam serem mortos pelos arqueiros.
Ao término da guerra, um soldado que por muito tempo servira o rei, disse-lhe:
Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?
- Diga, soldado.
- O que havia por trás da assustadora porta?
- Vá e veja.
O soldado então a abre vagarosamente, e percebe que a medida que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente, até que totalmente aberta, nota que a porta levava a um caminho que sairia rumo a liberdade.
O soldado admirado apenas olha seu rei que diz:
Eu dava a eles a escolha, mas preferiram morrer a arriscar abrir esta porta.
Quantas portas deixamos de abrir pelo medo de arriscar ?
Quantas vezes perdemos a liberdade, apenas por sentirmos medo de abrir a porta de nossos sonhos?

27 setembro, 2010

Como se relacionar com pessoas difíceis... [ Parte II ]

4. Melindroso: esse tipo de personalidade tende a se ofender sem mais nem menos. São cheios de autopiedade e tentam comover os outros para que se compadeçam deles. Esse jeito de agir é um mecanismo de manipulação. Se as coisas não estão funcionando como eles querem, os melindrosos podem criar um ambiente pesado e opressivo. São muito habilidosos nisso. Costumam usar o silêncio para conseguir o que querem.

Como lidar: primeiro, alerte o melindroso sobre o fato de que melancolia é uma questão de escolha. Isso é fundamental. Muitas pessoas usam a melancolia para manipular os outros e assumir o controle. Raramente são melancólicas quando estão sozinhas. Segundo: não dedique atenção demais, principalmente se tiver outras pessoas presentes, pois farão de tudo para chamar a atenção. Às vezes é útil mostrar aos melindrosos, pessoas que enfrentam problemas de verdade. Talvez isso ajude a ver a si mesmos de uma maneira diferente e, com isso, assumam uma atitude positiva.

5. Estraga-prazeres: são negativos o tempo todo. Acham tudo impossível e sempre acham um problema em toda solução. Adoram contar e reprisar as ofensas que sofreram nas mãos dos outros. Elas afagam as próprias feridas e não fazem questão de se curar. O fato de haver coisas negativas na vida já é ruim, mas colecionar desgraça e andar por aí lamuriando-se para que todos vejam, é doentio.

Como lidar: com amor, mas com firmeza, demonstre confiança nessa pessoa, mas explique que aquela atitude complica tudo. Ela precisa escolher entre ser mais positiva ou não. Se optar pela mudança de comportamento, será mais alegre. Se resolver ficar como está, a melhor coisa a fazer é afastar-se dela.


6. Aproveitador: é a pessoa que manipula as outras, evita responsabilidade. Costuma usar a culpa para conseguir o que desejam. Usam uma fachada de coitadinhos para que as pessoas se sintam em falta com elas e as ajudem.

Como lidar: comece determinando os limites aos quais você se dispõe a chegar para ajudá-lo. Senão, ele aciona o mecanismo da culpa dentro de você para enfraquecê-lo. Lembre-se de que esse tipo de pessoa não se satisfaz quando você anda o segundo ou o terceiro quilometro, se permitir, o levarão até o fim do mundo. Exija responsabilidades. Caso contrário, você acaba levando o peso todo nas costas, enquanto ela segue seu caminho sem dificuldades. Não se sinta em divida com os aproveitadores. Na maioria das vezes, um simples e firme “não” é o melhor remédio.

Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

21 setembro, 2010

Como se relacionar com pessoas difíceis... [ Parte I ]

O que determina se o relacionamento será bom ou ruim, não é o tratamento que você recebe, mas a forma como você reage a eles. Há vários tipos de pessoas complicadas, e é útil saber identificar seus traços em comum e aprender a lidar de maneira eficaz:

1. Tanque de guerra: gente desse tipo tem a tendência de intimidar os outros por sua atitude: usam a força e o poder. Seu comportamento é agressivo, às vezes até hostil e não dá margem a diálogos.

Como lidar: quando surgirem os problemas, seja objetivo, pois elas não entendem muito o que é diplomacia. Infelizmente, causam mais estragos emocionais do que outros tipos de gente complicada, pois não sofrem muito. Além disso, essas pessoas, que usam poder para intimidar, podem contar com muitos aliados.

2. Mundo da Lua: vive em seu universo próprio, não se entrosa. Essas pessoas não costumam reagir às técnicas normais de motivação.

Como lidar: não o coloque numa posição de liderança. Ele não será capaz de determinar o ritmo dos demais. Não considere a pessoa que vive no mundo da lua um caso perdido. Tente descobrir seu traço mais singular e procure desenvolver. Várias pessoas assim são brilhantes e criativas. Têm muito a oferecer, se surgir a oportunidade apropriada. Elas trabalham melhor quando estão sozinhas, então descubra a área de interesse e ofereça-lhes espaço para sonhar e criar.

3. Vulcão: é um tipo explosivo e imprevisível de pessoa que costuma ser muito arredia, provoca muita tensão e é difícil se sentir a vontade, pois nunca se sabe quando estão para explodir.

Como lidar: chegue de mansinho, na base dos rodeios, ou faça testes para saber como está o humor. Quando o vulcão está em erupção o segredo é manter a calma e puxar a pessoa de lado. Depois disso, deixe que a pessoa desabafe tudo. Não tente interromper, pois a pessoa não ouvirá o que você tem a dizer. Por fim, leve a pessoa a compreender a responsabilidade que tem sobre as coisas que diz e as pessoas que magoa.

Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br



20 setembro, 2010

Saiba se você é viciado em trabalho

Da série "Metendo o pé no formigueiro"


01 – Um Viciado em Trabalho não tem quarto…….. Tem escritório!
02 – Um Viciado em Trabalho não tem amigos…….. Tem contatos!
03 – Um Viciado em Trabalho não tem vida………… Tem carreira!
04 – Um Viciado em Trabalho não tem sonhos……… Tem projetos!
05 – Um Viciado em Trabalho não tem encontros…… Tem reuniões!
06 – Um Viciado em Trabalho não toma cerveja……. Toma decisões!
07 – Um Viciado em Trabalho não faz sexo……. Descarrega o stress!
08 – Um Viciado em Trabalho não navega na Internet… Faz pesquisas!
09 – Um Viciado em Trabalho não tem domingo…….. Tem hora-extra!

HEY! Tranquilize-se:

10 – Um Viciado em Trabalho estaria trabalhando neste momento.

15 setembro, 2010

Seu preço é caro demais...

O preço raramente é o motivo principal na hora de comprar ou não alguma coisa. Muitas vezes peço às minhas plateias de vendedores que se manifestem, dizendo se gostariam que eu provasse a alegação. Então pergunto aos presentes: “Há uma única pessoa nesta sala que tenha algum artigo pessoal comprado unicamente porque era o mais barato que havia?”

Nunca alguém levantou a mão. A razão é evidente. Muitos fatores entram na decisão de comprar, e naturalmente o preço é um deles. Segundo um estudo de Harvard, 94% das vendas são realizadas numa base que não é a de preço. Sua tarefa é descobri-la e lidar com o assunto de modo eficaz.
Além disso, você pode lidar com a questão de várias maneiras especiais. Primeiro, quando o cliente em perspectiva diz: “Seu preço é alto demais”, responda perguntando educadamente: “Por que está dizendo isso?”. Ao perguntar, faça uma pausa e permaneça em silêncio, até que o cliente responda. Então, sempre que possível, prossiga com alguma outra pergunta e novamente permaneça silencioso, enquanto ele responde. O método é muitíssimo mais eficiente do que falar e tentar convencê-lo com características, benefícios, fatos e cifras.

Faça uma lista de todas as objeções de preço que recebe de seus clientes e então, desenvolva respostas positivas para cada uma. Pergunte aos seus colegas da empresa como eles lidaram com determinadas questões de preço. Ponha em prática essas respostas em todas as oportunidades que tiver.

Finalmente, se você for impedido ou dificultado por uma objeção de preço diga: Vamos deixar de lado o preço! E pergunte ao cliente se há alguma outra razão que o faça hesitar em fazer a compra neste momento. Essa pergunta muitas vezes revela o verdadeiro motivo, por trás da sua relutância em comprar.

Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

10 setembro, 2010

O resultado de sua decisão é uma incógnita

Peço, por favor, que assista o vídeo a seguir até o fim...




E aí, meu amigo? Cortaria ou não cortaria?

(...) Pense bem e continue a leitura...


Essa foi a pergunta feita pelo Professor Carlos Julio em uma palestra sensacional que tive o prazer de presenciar!

Quase todo auditório, diante da pergunta, ficou mudo - e eu fui um deles. Não sabia o que responder. E, para ser sincero, acredito que parte dos 10% que levantaram a mão também não.

Cortar a corda te daria a certeza de que seu pai morreria, mas isso não significa que você e sua irmã seriam salvos (apesar de as chances aumentarem). Não cortá-la, entretanto, reduziria a esperança de salvamento à quase zero. Bom, pelo menos você não precisaria viver o resto da vida com o peso na consciência pela morte do pai.

É muito fácil te perguntarem qual decisão tomaria, sendo que você não precisa se submeter às consequências dela. Mas na hora do "vamo vê", cortar a corda e matar o seu pai, ainda que à pedido dele,  para ainda assim continuar correndo risco de vida, é uma decisão impossível de prever. O mesmo sistema funciona na prática em nossa vida. Em diversos momentos temos que fazer escolhas, e mesmo que elas sejam estatisticamente mais propícias a darem certo, não quer dizer que serão a melhor opção.

Amigo, comente:

Cortaria ou não cortaria?

08 setembro, 2010

Como não firmar uma parceria

Tudo muda, até a bermuda.


Sempre fiquei filosofando comigo mesmo sobre a engenhosidade desta frase.


À primeira mão parece que o único objetivo é rimar (e olha que hoje não vou nem entrar no mérito da expressão “Tudo passa, até uva passa.”). Entretanto, entre um café e outro, pensei que talvez representasse que trocamos de bermuda (seja no tamanho, estilo, cor ou por higiene) na mesma proporção que qualquer outra coisa.


Assim como acontece com a comunicação (rádio, TV, telefone, internet), roupas, cortes de cabelo, meios de transporte, carros, pessoas, etc; as empresas mudam. Hoje se preza muito a simplicidade e a simpatia. Já vemos chefes se relacionando com estagiários! Imagine uma Empresa daqui há 20 anos com um CEO egomaster, que é grosso com toda a equipe e só fecha parcerias que beneficiem, acima de tudo, a si próprio.

Pardon.


Cada vez mais as Empresas buscam anular a concorrência, firmando parcerias para que cresçam juntas, ao invés de ficarem se matando em um oceano vermelho. Um exemplo muito forte disto é a parceria que a Telefônica fez com a TVA.


Aqueles antiquados que sentam na mesa de reunião procurando se beneficiar somente, com um nariz empinado e a mão entre as pernas, vão cansar de ver as empresas amistosas (concorrentes ou não) ultrapassarem à mil por hora. Para o nariz arriba só restará a poeira para respirar.


Ao sentarem-se em uma mesa de reuniões para buscar uma possível parceria, lembrem-se: os dois devem crescer juntos e em proporções similares. Não seja rude com as empresas menores, você pode se surpreender no futuro!

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