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25 agosto, 2010

Uma história (no mínimo) sustentável

Da Série: "Day-Off de Formiga"



Quando paro para pensar no meu primeiro contato com o embrião da sustentabilidade, me lembro de um vídeo institucional da Shell passado na Mostra PUC. Mostra PUC, o período mais insuportável da faculdade, o período em que abstinência de partidas de buraco nos pilotis deixa todos à beira de um ataque de nervos. Ah, é, o vídeo. Então... ele falava de marketing social. Achei o tema interessante e guardei na cabeça. Fim do primeiro capítulo.

Os anos se passaram e, já formada, fiz um projeto de recrutamento e seleção de jovens carentes de alto potencial na empresa onde trabalhava. Gostei daquilo e resolvi investir meu tempo na área. Ao longo da minha carreira, tive experiências em outras frentes, como marketing, RH, comunicação interna e até TI. Mas vira e mexe sempre arrumava um jeito de puxar sardinha para a tal da responsabilidade social, apesar de achá-la muito operacional.

Um dia uma amiga, sabendo desse meu lado politicamente correto, me deu de presente um livro chamado “A empresa sustentável”. Pronto, era o que precisava! O que eu antes reclamava de ser muito operacional, naquele livro estava claramente inserido no planejamento estratégico das empresas. Agora vocês veem, precisei de um livro para encontrar o caminho da felicidade. Amém!

Bom, já tem alguns anos que o livro cruzou a minha vida e desde então busco cada vez mais capacitação e entendimento sobre o assunto. No ano passado, motivada pelo meu espírito empreendedor e paixão pela área, resolvi abrir uma consultoria de sustentabilidade e oferecer soluções estratégicas de sustentabilidade. Exatamente como li no livro.

A motivação necessária para fazer aquilo que lhe dá gosto, às vezes, está mais próxima do que você imagina. Que tal dar uma chance àquele livro cheio de poeira que você encostou em sua casa sem nem ao menos abri-lo?




Artigo de Julianna Antunes
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