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30 junho, 2010

Solução radical para problemas de produtividade!

Da Série "Metendo o Pé no Formigueiro".

Faça como o CEO da Felcher & Sons e contrate um "profissional" que resolverá todos os seus problemas de produtividade e motivação de pessoas!

E enquanto assiste, faça como eu: morra de rir!

29 junho, 2010

II Parte: Construindo sua Credibilidade?


Há três pontos essenciais na construção da credibilidade. Todos são vitalmente importantes. Cada um deles pode determinar a venda, dependendo de você capitalizá-lo ou não. E a ignorância desses três pontos não é desculpa.

1. VOCÊ: a credibilidade pessoal tem três aspectos: roupas, aparência e atitude. Uma deficiência em qualquer uma dessas áreas pode ser o bastante para arruinar a venda.

Roupas: os clientes são muito visuais. Eles procuram pistas na sua aparência para determinar o quanto você é digno de confiança e competente e, através do que vêem, julgam a confiabilidade e as capacidades do seu produto e da sua empresa. Uma enorme parte, 95%, da primeira impressão que você causa num cliente é proporcionada pelas roupas. Isso acontece porque as roupas cobrem 95% do corpo.

Aparência: os profissionais de vendas mais bem pagos em praticamente qualquer setor tendem a arrumar-se de modo conservador e moderado. Olhe as fotografias dos homens de negócios nos jornais. Todos tem uma aparência profissional e séria. Vista-se como eles. A regra mais simples sobre o vestir-se bem é que nada deve distrair o cliente do seu rosto, da sua pessoa da sua conversa.

Atitude: seja sempre otimista, amigável, positivo e alegre quando estiver vendendo. Os clientes preferem lidar com pessoas simpáticas. Se tiver problemas pessoais, deixe-os em casa ou guarde-os para si.


Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

28 junho, 2010

Equilibra, senão cai! E quebra!


É mais fácil eu conseguir me equilibrar em uma corda bamba do que encontrar equilíbrio na vida. Trabalho X vida pessoal; atividade física X balada; namorado X amigas; cervejinha X suco natural; praia X São Paulo e compras.

Eu passo horas tentando decidir, tentando fazer a escolha certa. Eu não quero deixar de ver os amigos, de sair com o namorado, de ver a família no final de semana, mas também adoraria passar o domingo no sofá, vendo os jogos da Copa do Mundo. E bem que eu poderia adiantar aquele projeto que tenho que apresentar na segunda!

Muito se fala em qualidade de vida, e que bom que se fala! Mas qualidade de vida nada mais é do que equilíbrio em todas as áreas da vida. Afinal eu não sou só empregada, eu também sou filha, sou namorada, sou corredora (bem amadora, por sinal). Sou cozinheira de final de semana, sou grande apreciadora de vinho (e uma falsa entendida!), sou louca por viagens... Se eu não tiver tempo de me dedicar a essa coisas que preenchem minha alma, eu vou ser uma infeliz, daquelas que faz tudo mais ou menos, e reclama!

O papel da empresa, a meu ver, é incentivar e apoiar os interesses individuais. Cada um tem sua qualidade de vida. Não há forma de padrozinar o tempo livre. Eu quero ir ao cinema e ter tempo pra ler o jornal; o cara que senta do meu lado quer fazer um churrasco para os amigos e poder acordar um pouquinho mais tarde... Todos queremos o equilíbrio. Hoje, por exemplo, queremos assistir ao jogo do Brasil. E vamos!

23 junho, 2010

A Felicidade é o AGORA!

Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva
num passe de mágica.
Achamos que a vida seria tão diferente,
se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes
e outros voltam para casa para serem felizes.
Uns se casam para serem felizes e outros
se divorciam para serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.
Uma busca infinda.
Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.
E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós mesmos, é inútil procurar em outra parte.
Sempre que dependemos de coisas fora de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir.
Consiste em satisfazer-nos com o que temos
e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna satisfaria um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar e um Deus pra acreditar, seremos felizes. Saiba: a única fonte de felicidade está dentro de você,
e deve ser repartida.
Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo”.
"Na incerteza do amanhã, aproveite o hoje para ser feliz."
Porque para muitos o amanhã pode não vir!

Autor desconhecido.

22 junho, 2010

I Parte: Construindo sua Credibilidade?



85% do motivo pelo qual os clientes não compram, é porque eles têm medo de cometerem algum tipo de erro. Devido a uma bagagem de compras infelizes, os clientes são geralmente cheios de suspeitas e desconfiados em relação ao que é oferecido, mesmo quando querem e precisam de um determinado produto ou serviço. Três fatores aumentam as dúvidas dos clientes:

O primeiro é o tamanho da compra. Quanto mais caro, mais cauteloso e indeciso o cliente ficará.

O segundo é o número de pessoas envolvidas. Todo mundo já passou pela experiência de ter tomado uma decisão de compra e depois ser criticado pelos outros por causa dessa decisão. As vezes as pessoas apenas reclamam da escolha. Outras vezes elas salientam como a decisão foi errada, considerando outros produtos ou serviços disponíveis. O pior é quando a decisão se mostra tão ruim, que a posição do comprador na empresa fica ameaçada. Essa é a causa do anúncio mais famoso da IBM: “Nunca ninguém foi demitido por escolher a IBM”.

O terceiro fator de risco é a possibilidade de o cliente ser um comprador de primeira vez. O cliente já comprou ou usou esse determinado produto ou serviço? Já comprou com você ou sua empresa? Em qualquer dos casos se a resposta for não, o risco que ele percebe é muito maior.

O antídoto para a falta de confiança normal e natural em qualquer situação de venda é a credibilidade. A solução é consolidar no cliente a idéia de que você é uma pessoa totalmente merecedora de crédito, vendendo um produto de inteira confiança. Lembre-se que a credibilidade é a questão essencial em qualquer decisão de compra.


Currículo: Prof. Menegatti é conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

21 junho, 2010

Incentivar o quê? Propósito x Lucro

Incentivar pessoas é uma arte, não tem jeito!
Esse vídeo, com palestra de Daniel Pink, aborda o tema especulando até onde ações de incentivo associadas a bônus monetário são eficientes. Talvez, para cargos com alta exigência técnica, incentivar a sensação de propósito gere mais resultado!

Infelizmente não há legenda, o vídeo é em inglês!


18 junho, 2010

Que tipo de profissional vc é?

Segundo Daniel Godri existem 3 tipos de profissional: O Papagaio, o Urubu e o Águia.
Em qual perfil você se encaixa? Será que temos um pouquinho de cada um? Em qual deles devemos investir?
E, por fim, como ser um líder Águia?

Assista e divirta-se!


17 junho, 2010

Como Motivar um Time Fraco


Claro que ninguém quer fazer parte de um time fraco, muito menos liderar um time fraco. Mas as vezes não tem jeito. Não há para onde fugir.
Você viu a cara do Parreira ontem, depois da derrota - ou do CHOCOLATE - que levou do Uruguai? Deu pena. Cara de quem está de mão atadas, de quem não tem mais coelho nenhum pra tirar de uma cartola furada.
As vezes as competências de uma pessoa, e por estas eu específico atitudes, conhecimentos e experiências, simplesmente não são suficientes para o trabalho. O cara pode ser o mais motivado do mundo, como foram os Sul Africanos, mas é forte demais, pesado demais, alto demais, corre pra burro, se daria muito bem no basquete. Para o futebol falta. Falta competência. UM TIME MOTIVADO SEM AS COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS PARA A VAGA nada mais é do que um bando de Sul Africanos cheio de vontade, correndo atrás da bola, tentando em vão partir pra cima.
Parreira, como líder, ainda fez a besteira de culpar o árbitro. Tudo bem, o cara expulsou errado. O goleiro não mereceu, teve impedimento. Mas para um time que se encheu de coragem, que absorveu a motivação de seu líder, que entrou em campo diante de sua nação e deu seu melhor, escutar que a culpa de tudo isso é do cara com a autoridade é desestimulante e gera mais impotência ainda. O ideal seria admitir que faltou experiência, prática, cultura do futebol e por que não enaltecer a VONTADE, a ENTREGA, a CORAGEM? Elogiar a motivação de um povo que nunca teve muito motivo para acreditar em nada é a maior recompensa que um "funcionário do futebol" pode receber.
Parreira, como líder, colou um time motivadíssimo em campo, mas não soube ponderar o fracasso, não soube preparar o grupo para o próximo desafio: A França.

16 junho, 2010

Crise e Liderança

Certo homem vendia cachorro-quente à beira de uma estrada. Ele quase não ouvia rádio ou lia jornais, mas vendia bons cachorros-quentes. Do seu jeito, espalhou alguns cartazes pela estrada, e por causa da qualidade de seus cachorros-quentes, com o passar do tempo as vendas aumentaram.

Foi então que ele comprou um fogão maior para atender seus clientes, e o negócio continuou prosperando. Foi assim que ele conseguiu custear uma boa escola para seu filho, que foi estudar na capital.
Após graduar-se na universidade, seu filho voltou para ajudá-lo, e depois de alguns dias disse ao pai:

- Pai, então você não ouve rádio? Você não lê jornais? Então você não sabe que há uma grande crise mundial e que a situação em nosso país está muito ruim? Tudo “está indo pro vinagre!”.

E o pai pensou: “Bem, meu filho estudou na capital, lê jornais, ouve rádio; certamente sabe o que está dizendo.
Abatido pelas notícias de crise, o pai então começou a diminuir as compras de salsicha e pão, substituiu seus produtos por outros mais baratos e de qualidade inferior, tirou os cartazes de propaganda da estrada, e já não mais oferecia os cachorros-quentes em voz alta.
As vendas foram caindo, caindo, e depois de algum tempo, o pai disse ao filho:
- Filho, você tinha razão, nós certamente estamos no meio de uma grande crise...

Se você acredita que algo pode dar certo, com fé, esforço e perseverança, certamente dará. Mas, se você se deixar influenciar por maus pensamentos e pelas más noticias, há uma grande chance de dar errado.
Na maioria das vezes, as crises não estão do lado de fora, mas dentro de nós. Não importa o que dizem, ou o que um dia disseram. Continue lutando, não desista enquanto ainda for capaz de um esforço a mais. Nada termina até o momento em que se deixa de tentar! Sua capacidade pode levá-lo muito além de onde você está. Siga sempre em frente, e nenhuma crise vai te alcançar.
Se você é um líder, precisa ajudar sua equipe a pensar assim, levando-a a tirar o foco do problema e colocá-lo na solução. Este é o primeiro passo para formar equipes de alto desempenho.

Marco Fabossi• Palestrante, Escritor, Coach e Consultor.
• Foco em Liderança, Coaching, Gestão de Tempo e Produtividade.
• Coach Executivo e Coach de Equipe, certificado pelo ICI (Integrated Coaching Institute), filiado ao ICF (International Coaching Federation).
• Certificado em Life Coaching pelo Instituto Holos.
• Autor do Livro “Coração de Líder: A Essência do Líder-Coach” (coracaodelider.com.br).
• Criador e principal mantenedor do Blog do Fabossi (blogdofabossi.com.br), um dos blogs de liderança e motivação mais visitados do Brasil.
• Graduado em Administração de Empresas pela FEI, com especialização e MBA em T.I pela Fundação Getúlio Vargas.
• Atuou como executivo em empresas nacionais e multinacionais.

15 junho, 2010

Usando a visão para impactar outras pessoas...


Visão e paixão estão totalmente acopladas e indissolúveis à vida de um líder. Então, como fazer para que a visão e a paixão do líder contagiem pessoas?

1. Assuma a responsabilidade: Jack Welch, Ford, Juscelino Kubtischek, assumiram a responsabilidade de suas visões e arrebanharam seguidores. Nenhum líder é seguido se não demonstrar firmeza de propósitos, ou seja, acreditar e agir para aquilo que acredita.

2. Incorpore a visão: o líder deve comunicar a sua visão a fim de que ela possa ajudar outras pessoas. Para isso ele deve incorporá-la, personificá-la e vivê-la. Toda a organização necessita e merece que as pessoas incorporem a visão da liderança, pessoas cujos valores e compromissos personifiquem essa visão. Madre Teresa de Calcutá fAez isso. Viveu de forma simples e humilde, ajudou pessoas até morrer. Sua visão era apenas ajudar pessoas.

3. Comunique a visão individualmente: a melhor maneira de transmitir a visão às pessoas é fazê-la pessoalmente. O maior de todos os líderes, Jesus, fazia isso com excelência. Reunia seus discípulos e falava individualmente, olhando-os nos olhos e eles o seguiam fielmente.

4. Comunique a visão publicamente: O líder deve divulgar a visão a todos seus liderados para que toda a organização conheça e tenha a oportunidade de seguir. Ainda com o exemplo de Jesus, ao passar pelos lugares as pessoas eram impactadas por sua visão a ponto de dizerem: ‘aonde quer que fores, eu te seguirei’.
Toda a organização se beneficia quando o líder comunica sua visão. As pessoas passam a se comprometer e se tornam tão apaixonadas quanto aquele que teve a visão. Assim, o inverso também acontece. Todos perdem quando uma visão é imprecisa e ao mesmo tempo omitida.

Por: Prof. Menegatti. Conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Entre seus produtos estão: o Livro "Desperte seu Potencial Emocional", CD Motivacional "Marcado para Vencer", DVD "Campeão de Vendas". A cada palestra, o Prof. Menegatti vem conquistando platéias de norte a sul do país. Contatos: www.menegatti.srv.br - menegatti@menegatti.srv.br

14 junho, 2010

Existe uma fórmula matemática para o sucesso?

Sim, mas somente contarei se você me levar para jantar, andar de limusine, pagar algumas cervejas com bolinho de aipim e não me ligar no dia seguinte.
Caros (as), se conselho fosse bom ninguém dava, vendia.
Aí você pensa: a troco de que alguém daria essa fórmula de mão beijada (para não dizer que é de graça, custa cerca de 50 reais)?. Ué, simples: Por sucesso!
A estratégia do Oceano Azul (Blue Ocean Strategy) é baseada em criar demandas. O livro escrito por Kim, W. Chan; Mauborgne, Renée crucifica a competitividade entre empresas, criticando, principalmente, as companhias que entram no mercado de olho em seus concorrentes, ao invés de investir em mercados inexplorados, os famosos Oceanos Azuis.
Os autores, através de pesquisas profundas de cases de sucesso, tais como: Cirque Du Soleil, Havaianas, Starbucks, etc, criaram uma matriz chamada de “Nova Curva de Valor” que no momento está pendurada atrás do meu computador. Esta matriz transmite o conceito da criação de demanda e, desde 2010, virou minha inspiração.




11 junho, 2010

Fábio Capello para salvar a mãe de Rooney


Wayne Rooney. Você já ouviu falar?

Para àqueles que não sabem, o camisa 10 da seleção inglesa é a principal razão pela qual um torcedor inglês – fanático ou  não, embriagado ou não – marca sua presença nos famosos Pubs britânicos. Eu “myself” já estive por lá em pleno amistoso do Brasil x Inglaterra, há pouco tempo atrás. Claro, quando conversavam comigo eu retirava do além o melhor sotaque britânico possível, digno de uma troca de guarda. E se me perguntassem “Where are you from?”, dentre as melhores respostas, estavam: Zimbábue, Tongo, Bangladesh, Trinidad & Tobago e Argentina.

Vocês já devem ter escutado que os ingleses ficam um pouco agressivos quando bebem. Não obstante, Wayne Rooney vira um leão babando quando joga futebol. Paul Doyle, redator-chefe do jornal britânico “The Guardian”, mencionou: “Não é ridículo imaginar que Rooney se prepare pedindo que alguém insulte sua mãe”. Segundo relatos, o jogador se motiva quando joga por vingança, com raiva, com “sangue-nos-óio”. Em muitas ocasiões, esta atitude realmente o motivou. Resultado: belos passes, força incomparável, gols desenhados e, também, brigas e xingamentos a juízes.

A tarefa de Fábio Capello (treinador da seleção inglesa) é a de segurar a fera e evitar que ele prejudique a seleção, além, claro, de poupar a sua mãe. A Lady realmente não merece ouvir tantos xingamentos. Imagina se o país do samba, da criatividade e da brincadeira disputa a final com a Inglaterra? Ainda bem que a minha mãezinha é brasileira e eu prefiro não me motivar à base da vingança.

10 junho, 2010

Superação!

Superação é poder fazer acontecer com as ferramentas que temos em mãos, superação é trabalhar da melhor forma possível independente do que pensem ou falem.
Superação é irmos além do que os outros acham que somos capazes.

Podemos encontrar exemplos de superação onde menos esperamos. Para superar uma dificuldade basta ser vivo! Basta querer.
Não deixe nunca que as pequenas pedras no caminho atrapalhem seus sonhos, sua felicidade! Nós podemos fazer o que quisermos com aquilo que temos em mãos!
Assista! Dá vontade de levá-lo para casa!






Você tem uma história de superação para contar? Envie para nós! Publicaremos aqui com sua autorização.

08 junho, 2010

Ganhar ou Perder, questão de centímetros!

Vídeo motivacional no filme "Um Domingo Qualquer" com Al Pacino. Exemplo dígno de como motivar um grupo de pessoas com o mesmo foco a serem parceiros de verdade, a terem confiança uns nos outros. Se você não pode confiar no profissional que senta ao seu lado, ou naquele amigo de todas as horas você não está em um time. Você está jogando sozinho! Um centímetro nos separa do sucesso ou do fracasso. Nosso trabalho é reconhecer e vencer esse centímetro.

07 junho, 2010

Por que temos mais gerentes do que líderes?

Por Marco Antônio Lampoglia.


Muita coisa mudou no país dos anos 80 para cá. A competição está muito mais acirrada, a pressão por resultados então, nem se fala. As telecomunicações e a tecnologia da informação passaram a influenciar os processos e a tomada de decisões.
Problemas! Esse é o dia-a-dia do gerente brasileiro – solucionar problemas.
Durante a convivência com muitos gerentes, de diversos tipos de empresas, percebemos que a maioria deles não está interessada em reconhecer que existem verdadeiros problemas nas áreas deles. Ignoram que a função de um gerente é resolver problemas.
Quando trabalhamos na função de treinador e conselheiro de alguns gerentes, eles ficam perplexos quando apontamos verdadeiros problemas. Eles deveriam ficar contentes. Porque só assim mostrariam suas competências.
A visão imediatista, talvez por serem pressionados, causa várias anomalias em pessoas e processos.
As guerras e os jogos de poder são tão notórios, que as forças da organização são minadas e a saúde organizacional fica comprometida.
Essa tipologia de gerentes não tem o apoio e respeito por parte dos profissionais com quem trabalha.
Precisamos de líderes para mudar essas situações. Líderes que tem visão de futuro, que formam uma comunidade da visão e que conseguem levar a empresa a resultados de longo prazo, formando outros líderes.
O líder ressonante (que estimula o comportamento das pessoas de modo positivo) sabe que a excelência se faz com método. Sem método, os gerentes ou líderes dissonantes, atacam os problemas pelos efeitos e não pelas verdadeiras causas. Líderes ressonantes precisam das pessoas, portanto são treinadores constantes. Não é com bom senso que as metas são atingidas. Líderes ressonantes têm formulação estratégica definindo e negociando metas. Alias, são excelentes negociadores, porque essa competência nos dias atuais é uma das ou senão a mais importante. Fazem com que as metas sejam atingidas treinando as competências necessárias, controlando-as e avaliando-as permanentemente com o time sem descuidar da motivação, digamos, reconhecimento, na dose certa.
A maior matéria prima da motivação para resultados chama-se conhecimento e o líder ressonante sabe disso. Ele potencializa o conhecimento como ninguém. Um dia sem aprendizado é um dia perdido. Como disse um colega, “trabalhar numa empresa com líderes que levam as pessoas a aprender diariamente é uma benção divina”.
Faltando gente competente não podemos enfrentar um mercado acirrado e extremamente competitivo. Os líderes dissonantes estão sendo muito criticados abertamente para mudar seus comportamentos. E poucos estão mudando ou querem mudar. Alguns, humildemente pedem ajuda, conselhos e tem a convicção intima e espontânea que podem se desenvolver e mudar hábitos por meio da aprendizagem constante. Sabem que o gerenciamento nos moldes tradicionais os torna ineficazes.
Um líder inteligente faz tudo isso no momento certo, da maneira certa e com as pessoas certas. Cria um ambiente de entusiasmo revigorando as pessoas com quem trabalha. Nós estudiosos do comportamento humano temos muito que fazer pela frente e as empresas precisam ter a consciência de que são líderes e não gerentes que fazem a diferença.

Marco Antonio Lampoglia – Diretor da Active Educação e Desenvolvimento Humano, psicólogo, analista do comportamento humano, consultor e conferencista. Especialista que adota metodologias científicas de Liderança, Coaching e Negociação Personalizada.

04 junho, 2010

Entrevista com Candidatos a Namorado(a)



O dia dos namorados está aí! Como você se sairia se pudesse entrevistar possíveis candidatos a vaga de namorado(a)?

Por que na hora de escolher parceiros para nossa vida pessoal não usamos os mesmos critérios de sucesso que usamos para selecionar companheiros de trabalho? Seria um assassinato ao encantamento? Teríamos a seriedade necessária ou seríamos corrompidos por fatos como aparência física, a tal da química, olhar fulminante, bla, bla, bla???? A preocupação com gestão de pessoas só é aplicável na vida profissional?
Seria muito esquisito usar ferramentas de motivação, incentivo e premiação em relacionamentos? Eu, a princípio, me divirto pensando na primeira etapa: a entrevista. Como uma curiosa do assunto, não deixaria passar a oportunidade de usar uma entrevista por competências.

Começaria com:
- Relate uma situação onde você tenha se sentido sozinho/deixado de lado em uma relação (para testar seu sentimento de posse e insegurança).

- Conte-me sobre alguma situação onde outros assuntos do cotidiano - futebol, boteco com amigos, reunião de trabalho - afetaram seu casamento/namoro (testando comprometimento)

- Descreva uma situação onde você tenha superado seus próprios interesses para agregar ao relacionamento (espírito de equipe)

- Conte sobre modificações na rotina por iniciativa sua. Como foi? (flexibilidade e inovação).

E, para agregar, não deixaria de cruzar suas competências com aquelas exigidas para a “vaga”:
- Você tem tempo livre para jantar fora, viajar, ir ao cinema?
- E dinheiro disponível para pagar por essas coisas?
- Você tem uma mãe discreta e que não se meta na sua vida, irmãos com vida própria, pai que não analise meu decote e ex-namoradas falecidas?
Exageros a parte, acho mesmo que o importante é saber o que VOCÊ quer e ter claro quais são as SUAS prioridades, seja na vida pessoal ou profissional. A partir disso o sucesso na escolha de parceiros é conseqüência garantida. Então pensando nisso, como você entrevistaria um pretendente?

02 junho, 2010

Você é Hands-on?



Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança,criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON. Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.

Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico... Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno.. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.

Seu Borges: - Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

Fabiana: - In a hurry!

Seu Borges: - Saúde.

Fabiana: - Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás , desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?

Seu Borges: - E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

Fabiana: - O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.

Seu Borges: - Não, não.. Cópias normais mesmo.

Fabiana: - Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.

Seu Borges: - Fabiana, desse jeito não vai Dar!

Fabiana: - E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

Seu Borges: - Como assim?

Fabiana: - É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

Seu Borges: - Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.

Fabiana: - Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro... Seu Borges: - Futuro? Que futuro?

Fabiana: - É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

Seu Borges: - Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!  

Fabiana: - Sei. Mas o senhor é hands on?

Seu Borges: - Hã?  

Fabiana: - Hands on....Mão na massa.

Seu Borges: - Claro que sou!  

Fabiana: - Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.

Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções: 


1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas. 


2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas. 


Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores. 


Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.

Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação... só que não sabia nem abrir o capô. Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida. Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz - 
O que é capaz de resolver, mas não de impressionar.
 
Este artigo foi retirado do livro " Clássicos do mundo corporativo", Pág. 167, Título: "Hands-on", escrito por Max Gehringer.
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